LULA PRESO POLÍTICO

LULA PRESO POLÍTICO

quarta-feira, 20 de março de 2019

7 alertas de Adam Smith sobre o mercado de trabalho



Adam Smith é o pai da economia moderna e é considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico.  O que Adam Smith, o maior economista liberal de todos os tempos e pai da Economia, teria a dizer sobre a reforma trabalhista em curso? Vamos buscar a resposta no livro de economia mais importante da história, A Riqueza das Nações? Sim …



Ao chegar no Brasil e ver de perto a escravidão, Darwin escreveu esse relato


“Perto do Rio de Janeiro, minha vizinha da frente era uma velha senhora que tinha umas tarraxas com que esmagava os dedos de suas escravas.
Em uma casa onde estive antes, um jovem criado mulato era, todos os dias e a todo momento, insultado, golpeado e perseguido com um furor capaz de desencorajar até o mais inferior dos animais.
Vi como um garotinho de seis ou sete anos de idade foi golpeado na cabeça com um chicote (antes que eu pudesse intervir) porque me havia servido um copo de água um pouco turva…
E essas são coisas feitas por homens que afirmam amar ao próximo como a si mesmos, que acreditam em Deus, e que rezam para que Sua vontade seja feita na terra!
O sangue ferve em nossas veias e nosso coração bate mais forte, ao pensarmos que nós, ingleses, e nossos descendentes americanos, com seu jactancioso grito em favor da liberdade, fomos e somos culpados desse enorme crime.”
(Charles Darwin, A Viagem do Beagle)

Quem delatou o Lula se deu bem

"Quanto tempo até os minions descobrirem que bozo é comunista?" (Cora)


Livro de Eduardo Reina disseca o sequestro de filhos de militantes de esquerda por militares na ditadura



Via DCM
Trinta e quatro anos depois de ter sido proclamada extinta, a ditadura militar (1964-1985) tem histórias que estão longe de ter acabado.
Histórias que ficaram escondidas da população e dos livros.
De sequestros e apropriação de bebês, crianças e adolescentes filhos de militantes de esquerda ou de pessoas contrárias ao regime.
Como um butim de guerra, as forças militares se apropriavam dessas vítimas, chamadas de “filhos de subversivos”, de “bebês malditos”.
Na Argentina, há registro de 500 casos desse crime bárbaro.
No Brasil, o repórter Eduardo Reina, colaborador do DCM, depois de ampla investigação, descobriu 19 casos de sequestro de bebês e crianças pela ditadura.
Na terça-feira, 02 de abril, às 19h, o Centro Universitário Maria Antonia, da Universidade de São Paulo (USP), recebe o lançamento do livro Cativeiro sem fim de sua autoria.
A obra é uma parceria com o Instituto Vladimir Herzog e Alameda Casa Editorial e conta as histórias de 19 bebês, crianças e adolescentes que foram sequestrados pelos militares – 11 ligadas diretamente à Guerrilha do Araguaia e outras oito no Rio de Janeiro, em Pernambuco, no Paraná e no Mato Grosso.
Com a ajuda de representantes do Exército, servidores públicos, funcionários de instituições e de cartórios, as vítimas foram entregues a famílias de militares e a pessoas ligadas aos órgãos de repressão.
Algumas ainda procuram seus pais biológicos – outras continuam desaparecidas.
O livro traz mais do que apenas relatos de sequestros e desaparecimentos.
É o registro dos atos – jamais admitidos ou investigados – praticados por agentes da repressão aos movimentos de resistência e demonstra o terrorismo cometido pelo Estado durante o período.
No lançamento, acontece um debate com o autor do livro, Eduardo Reina, Caco Barcellos, responsável pelo prefácio da obra, e Eugênia Gonzaga, procuradora regional da República e presidente da Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos.
Lançamento do livro Cativeiro Sem Fim
Data: 02 de abril (terça-feira)
Horário: 19h
Local: Centro Universitário Maria Antonia – USP
R. Maria Antônia, 258/294, São Paulo – SP

x.x.x.x
Para o DCM, Eduardo Reina escreveu diversas reportagens com informações exclusivas e inéditas do período militar e  de Jair Bolsonaro.
Numa delas, em setembro passado, durante a campanha presidencial, revelou o caso da multa que o então deputado e hoje presidente recebeu do Ibama por pescar em área de proteção ambiental – e como enfrentou no STF ação por crime ambiental.
A relação de Bolsonaro com grupos que fazem apologia ao nazismo foi alvo de investigação do Ministério Público Federal de Minas Gerais e contada por Eduardo Reina – revelou uma carta enviada por Jair a um dos condenados e integrantes do grupo.
Bolsonaro e Marco Antônio Santos, neonazista e ex-candidato a vereador

terça-feira, 19 de março de 2019

Kennedy Alencar critica viralatismo, submissão e “inacreditável” visita de Bolsonaro à CIA




"O presidente da República disse que o Brasil caminhava para o socialismo, para o comunismo. É mentira. Também é grave que um presidente tenha entendimento tão fora da realidade sobre o país que governa", acrescentou o jornalista

O jornalista Kennedy Alencar escreveu um artigo criticando a visita de Jair Bolsonaro e comitiva do governo aos Estados Unidos. Segundo o colunista, Bolsonaro emitiu sinais de despreparo intelectual, submissão, viralatismo e ainda surpreendeu negativamente com uma “inacreditável” visita à CIA – órgão do governo americano que tem histórico de envolvimento em espionagens e golpes de Estado – que era para ser secreta.
“Dificilmente, presidentes de nações soberanas frequentam um local especializado em obter informações sobre governos e mandatários estrangeiros. (…) É inacreditável que Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sergio Moro, tenham feito essa visita”, disparou.
“Essa passagem pela CIA é mais uma evidência do despreparo e deslumbramento de integrantes do governo brasileiro. Soa como paixão por coisas hollywoodianas”, avaliou Alencar.
A visita acabou divulgada nas redes sociais por Eduardo Bolsonaro. Para Kennedy Alencar, o filho do presidente também demonstrou que manda mais do que o próprio ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.
“(…) a dispensa de vistos para turistas americanos [e canadenses, japoneses e australianos, sem nenhum benefício para os turistas brasileiros] é uma vitória do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) contra todo o corpo técnico do Itamaraty”, revelou Alencar.
O jornalista também criticou a frase de Jair Bolsonaro sobre sua vitória ter impedido o Brasil de transitar do socialismo para o comunismo. “É mentira. Também é grave que um presidente tenha entendimento tão fora da realidade sobre o país que governa.”
Ainda: “Que sinal Bolsonaro transmite com essa alfinetada nos militares? O sinal de um governo dividido, de baixo nível intelectual e diplomático.”
Leia o artigo completo aqui.

O STF paga o preço da cumplicidade com Mor


Por Fernando Brito, em seu blog
É patético ver Dias Toffoli,  presidente do Supremo Tribunal Federal, enquanto legiões de “mínions” sacodem faixas desmoralizantes para o Judiciário, dizer que “não é a ação de heróis que resolve os problemas do Estado, mas as instituições”.
Tudo o que está acontecendo em nosso país deriva justamente do fato de a mídia e a omissão do Judiciário terem permitido que se construísse um “herói”, o justiceiro Sérgio Moro, acima das leis e das instituições, com o objetivo planejado, executado e finalmente concluído de afastar Lula do processo eleitoral que, de outra forma, venceria.
Estimulou-se, por isso, toda espécie de arreganho de juízes e de promotores, em nome de uma hipócrita ‘cruzada anticorrupção’.
Não hesitaram, sequer em uma condenação estapafúrdia do ex-presidente, por obras num apartamento que nunca se comprovou pertencer-lhe.
Mas um detalhe “complicou” esta trama. Como o herói Moro não podia, ao mesmo tempo, condenar Lula e ser candidato ao cargo para o qual este seria eleito, arranjou-se outro “herói”, mais tosco e grosseiro, caricato mesmo, o “Capitão Mito”.
É ridículo olhar e ver que tudo correu como num roteiro de histórias em quadrinhos, onde o Judiciário tudo fez para construir os “vilões” dos quais o “herói” nos livrariam.
Produzir um Frankestein, ministro Toffoli, é mais fácil que sobreviver a ele quando toma vida.

Prosa com o patrão. Por Jota Camelo

Apoie o trabalho do Jota Camelo em https://apoia.se/jotacamelocharges

Sensacionalista: Bolsonaro entrega base e visto aos EUA e ganha boné de Trump


TRUMP PÕE A COLEIRA EM BOLSONARO, APONTA AROEIRA


Matéria completa no Brasil 247

'BOLSONARO ENVERGONHA O BRASIL' É ASSUNTO MAIS COMENTADO NAS REDES


Matéria completa AQUI

segunda-feira, 18 de março de 2019

Fantasmas de massacre no Haiti assombram generais do governo Bolsonaro

Atuação no exterior teria formado uma "casta" dentro das Forças Armadas brasileiras, segundo especialistas / Hector Retamal/AFP


Generais que estiveram a frente de ações controversas da Missão de Paz no Haiti ocupam cargos estratégicos no governo

Brasil de Fato | São Paulo18 de Março de 2019 às 08:37

 Na madrugada de 6 de julho de 2005, tropas da Missão de Estabilização da ONU no Haiti (Minustah), comandadas pelo exército brasileiro, fizeram uma operação de “pacificação” na maior favela da capital haitiana, Porto Príncipe, conhecida como Cité Soleil. Segundo testemunhas, cerca de 300 homens fortemente armados invadiram o bairro e assassinaram 63 pessoas, deixando outras 30 feridas. 

Na época, o comandante da Minustah era o general brasileiro Augusto Heleno, hoje, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela inteligência do governo de Jair Bolsonaro (PSL). 

A ação foi objeto de uma denúncia na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), baseada em depoimentos de moradores e em relatório elaborado pelo Centro de Justiça Global e da Universidade Harvard (EUA). No documento, a Minustah foi acusada de permitir a ocorrência de abusos, favorecer a impunidade e contribuir para a onda de violência no país caribenho. 

O caso teria causado desconforto no Palácio do Planalto, liderado na época pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Fonte ligada ao Ministério da Defesa confirmou ao Brasil de Fato que o governo brasileiro teria recebido uma solicitação da ONU para substituir o comando das tropas no Haiti, o que foi feito dias depois, com a entrada do general Urano da Teixeira da Matta Bacellar no comando. 

Em resposta às denúncias, assim que assumiu Bacellar afirmou que o número de mortes não coincidia com as informações levantadas pelo exército. Segundo o general, “nove ou dez pessoas” teriam morrido depois de enfrentarem as forças de segurança.

“Fato é que o [Augusto] Heleno foi removido do Haiti e isso começou a cozinhar a raiva aos governos do PT. O estopim foi realmente a Comissão Nacional da Verdade. Daí pra frente, ele se tornou um militante antipetista”, disse a fonte consultada.

Os haitianos e a Minustah

Especialistas apontam as missões internacionais do exército brasileiro, principalmente no Haiti e no Congo, como uma espécie de estágio das Forças Armadas no trabalho direto com a segurança pública, uma visão nova na instituição. Os resultados podem ser medidos pela percepção das populações desses países sobre a atuação militar estrangeira. 

Luis Felipe Magalhães, pesquisador do Observatório das Migrações e pós-doutor em Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, esteve no Haiti, onde realizou pesquisa de campo e entrevistou pesquisadores e moradores da capital haitiana sobre, entre outras coisas, a atuação das forças da Minustah no país. 

“A Minustah muitas vezes produziu os conflitos em locais onde não havia conflitos, e a maior parte das entrevistas falam precisamente de Cité Soleil. ‘A Minustah está lá, não sabe como operar, não conhece a dinâmica política e das disputas territoriais locais, e a partir do momento que ela entra e faz ações sem estratégia, ela piora o conflito'. Isso eu ouvi de diversos pesquisadores e diversas pessoas que eu entrevistei lá”. 

Segundo Magalhães, o terremoto ocorrido em 2010 revelou a inoperância da Minustah na manutenção da paz e o agravamento dos conflitos justamente pela ausência de planejamento estratégico para a contingência. 

“A Minustah não havia criado nenhuma logística territorial de manutenção da segurança alimentar, que é um aspecto indispensável para a manutenção de paz, para diminuição dos conflitos. A Minustah não tinha desenvolvido essa logística, não sabia como levar operativos, doações, tudo aquilo que o mundo estava doando e transferindo para Porto Príncipe. E nesse caso ela manifestou os mesmos erros que manifestava em ações militares pontuais: eles pioravam a questão”. 

Militares da Minustah patrulham bairros pobres da capital haitiana, Porto Príncipe. 
Foto: Thony Beliza

A Minustah no governo Bolsonaro

No dia 18 de fevereiro o presidente Jair Bolsonaro anunciou a demissão de Gustavo Bebianno (PSL) da Secretaria-Geral da Presidência da República e sua substituição pelo general Floriano Peixoto. No mesmo dia, o jornal Valor Econômico publicou reportagem na qual destacou a ampliação do poder da “turma do Haiti” no governo. 

Para o professor de Ciências Políticas da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), Paulo Cunha, é “inegável” que o grupo tenha se articulado a partir das experiências que vivenciaram em missões externas do exército. 

“Embora as Forças Armadas, os exércitos em particular, na sua história, não seja um bloco monolítico, esse grupo se constituiu enquanto um bloco articulado, inegavelmente”. 

Além de Peixoto e do general Augusto Heleno, outros três ministros estiveram no país caribenho: general Fernando Azevedo e Silva (Defesa), general Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo) e o capitão Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura). Além dos ministros, quatro secretarias estratégicas são ocupadas por militares que participaram da missão no Haiti: os coronéis José Arnon dos Santos Guerra e Freibergue Rubem no Nascimento, do Ministério da Justiça, o general Edson Leal Pujol, da Defesa, e o porta-voz oficial da Presidência da República, ligado à Secretaria de Governo, o general Otávio Santana do Rêgo Barros. 

Para Cunha, não é nenhuma novidade o envolvimento dos militares com a política no Brasil. “As pessoas estão um pouco surpresas com os militares na política. Os militares nunca deixaram de estar na política e nunca deixaram de estar envolvidos ou serem envolvidos com a política”. 

Fora do governo, no Supremo Tribunal Federal (STF), o general Ajax Porto Pinheiro cumpre o cargo de Assessor Especial do presidente da corte, o ministro Dias Toffoli. Ele foi comandante da Minustah entre outubro de 2015 e outubro de 2017.

Com a palavra, o general ministro Augusto Heleno

Em resposta aos questionamentos feitos pelo Brasil de Fato através da assessoria de imprensa do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o ministro Augusto Heleno negou qualquer articulação entre ditos militares dentro do governo e afirmou que “a missão da Minustah em Cité Soleil, em julho de 2005, foi elogiada pela ONU”. O documento ainda chama de “infundadas” as denúncias feitas por organizações de Direitos Humanos que, segundo ele, “tiveram motivação política”. 

Finalmente, a nota cita um suposto “documento reservado do Ministério de Relações Exteriores, dirigido, à época, ao Embaixador do Brasil na ONU”. No “documento reservado”, o governo brasileiro explica que a substituição do general Augusto Heleno se daria pela “prática observada pelo Ministério da Defesa (de) substituir, após um ano de serviço, oficiais militares designados” para aquela função.

Edição: Aline Carrijo

Todas as pistas da morte de Marielle levam a Bolsonaro, diz CNN Chile


Protesto por um ano da morte de Marielle Franco. Foto: Mídia Ninja

Ao longo da última quinta-feira (14), diferentes praças e ruas do Rio de Janeiro foram o ponto de encontro de numerosos grupos de pessoas, que chegaram com cartazes e flores com homenagens que exigiam justiça para Marielle Franco, vereadora daquela cidade. Um ano atrás ela foi morta a tiros junto com seu motorista, Anderson Gomes.
Feminista, lésbica, negra e cria da favela, como ela mesmo se descrevia, Marielle tinha 38 anos. Foi eleita para o cargo em 2016 com o quinto maior número de votos, e seu homicídio remonta a 14 de março de 2018, quando um homem armado disparou várias vezes no carro em que ela viajava após sair de um evento de trabalho.
Dois dias antes do primeiro aniversário da morte, na terça-feira, 12 de março, a polícia brasileira capturou dois policiais militares suspeitos do assassinato: Ronnie Lessa, 48, que atirou 13 vezes no veículo, e Élcio Vieira de Queiroz, 46, que estava dirigindo o carro em que seu parceiro estava.
(…)
A polícia assegurou que a autoria material do crime está esclarecida, porém não há provas para orientar quem foi o mandante. No entanto, há várias pistas que apontam para uma figura altamente conhecida: o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro.
1. Bolsonaro e o assassino viviam no mesmo condomínio
Ronnie Lessa, o autor dos disparos, morava no condomínio Vivendas da Barra, no bairro da Barra da Tijuca. Curiosamente, Jair Bolsonaro também tem uma casa neste condomínio, e nela vivem seu filho Carlos Bolsonaro, o o motorista de Flávio Bolsonaro, Fabrício de Queiroz, e outros conselheiros do filho primogênito do presidente.
Naquele mesmo bairro, foi montado o QG da campanha presidencial de Bolsonaro.
2. A filha do assassino já namorou o filho mais novo de Bolsonaro
Outro antecedente que surgiu associado ao anterior é que o filho de Bolsonaro, Jair Renan, de 20 anos, era namorado da filha de Lessa, o assassino. Consultados sobre o assunto, os promotores descartaram que essa informação tivesse qualquer relevância.
3. O homem que dirigia o carro tem uma foto com Bolsonaro
Uma foto divulgada pela mídia brasileira mostra o presidente Jair Bolsonaro abraçando o ex-policial Élcio Queiroz, motorista do carro de onde foram disparados os tiros que mataram Marielle e Anderson.
Ambos sorriem na imagem, que originalmente foi publicada por Queiroz em sua conta do Facebook. Consultado sobre o assunto, Bolsonaro explicou que já tirou fotos com muitos policiais e, na mesma entrevista coletiva, garantiu que nem conhecia Marielle antes de seu assassinato, apesar de seu filho Carlos ter sido também eleito vereador do Rio.


Élcio Queiroz com Bolsonaro. Foto: Reprodução/Instagram

4. O chefe da milícia trabalhava para o filho de Bolsonaro
Algumas semanas atrás, soube-se que a mãe e a esposa de um suspeito de integrar o Escritório do Crime trabalhavam no gabinete de Flávio Bolsonaro, o filho mais velho do presidente e que agora é senador pelo Rio de Janeiro.
Se trata de Adriano Magalhães da Nóbrega, que era capitão da polícia militar e atualmente é fugitivo desde fevereiro.
5. O problema das milícias
As milícias são máfias formadas por policiais civis, militares e bombeiros, aposentados ou em atividade, que controlam parte da zona oeste do Rio de Janeiro.
Em suas origens, foram classificadas pela imprensa e por alguns políticos como “grupos de autodefesa”, porque expulsaram ou mataram os traficantes e tomaram o controle territorial das favelas. No entanto, atualmente os bairros controlados por esses grupos operam praticamente como um Estado paralelo, onde lidam com áreas como transporte, venda de gás, conexões de luz ilegais, internet e mercado imobiliário.
Tanto o presidente como seus filhos são defensores das milícias há anos.

ALTMAN: SE HOUVESSE A LAVA JATO DA LAVA JATO, DALLAGNOL SERIA PRESO




Jornalista Breno Altman denuncia a tentativa frustada da Lava Jato de criar uma fundação bilionária com R$ 2,5 bilhões da Petrobrás; à TV 247, ele diz que a proposta é "criminosa"; "Se existisse a Lava Jato da Lava Jato, Deltan Dallagnol já estaria na cadeia", diz; Altman também aborda, em sua análise, a questão da Venezuela e a crise no governo Bolsonaro; assista.

Via Brasil 247 

O jornalista e editor do Portal Opera Mundi Breno Altman chama de "criminosa" a tentativa da força-tarefa da Lava Jato de criar uma fundação contra a corrupção com R$ 2,5 bilhões oriundos de um acordo firmado entre a Petrobrás e autoridades dos Estados Unidos. Em análise à TV 247, ele salienta que, "se existisse a Lava Jato da Lava Jato, Deltan Dallagnol já estaria na cadeia".

A criação da Fundação Lava Jato foi amplamente criticada e acabou com um pedido de nulidade do acordo por parte da procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Nesta sexta-feira 15, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, concedeu liminar ao pedido de Dodge, suspendendo a fundação.

"No fundo, a república de Curitiba tentou criar um caixa dois do Ministério Público baseado no pagamento de propina", analisa Breno Altman. 
Ataques à imprensa 

Nesta semana, Bolsonaro proferiu novos ataques à imprensa. Dessa vez agredindo a repórter do jornal Estado de S.Paulo Constança Rezende

Bolsonaro insuflou seus seguidores contra a imprensa ao publicar o seguinte texto no Twitter: “Constança Rezende, do ‘O Estado de SP’ diz querer arruinar a vida de Flávio Bolsonaro e buscar o Impeachment do Presidente Jair Bolsonaro. Ela é filha de Chico Otavio, profissional do ‘O Globo’. Querem derrubar o Governo, com chantagens, desinformações e vazamentos.”
Para Breno Altman, faz parte da estratégia do bolsonarismo, à semelhança de Donald Trump, escolher setores da imprensa como seus inimigos. "Ele precisa desse tipo de ataque para manter sua base social. Bolsonaro acha que não precisa da mídia para governar", argumenta.
Lula é o centro 

Altman informa que o encontro nacional dos comitês Lula livre, neste fim de semana, são "um marco na organização da luta pela liberdade do ex-presidente". "A principal batalha democrática do País passa pela liberdade de Lula", avalia. 
O jornalista acrescenta que "a grande liderança capaz de derrotar a extrema-direita está presa" e que "sem Lula, a resistência ao Bolsonarismo não avança". 
Rumos da Venezuela

O jornalista explica que o apagão ocorrido na semana anterior na Venezuela, que deixou o país por vários dias no escuro, faz parte de "uma guerra elétrica".
"A partir dos EUA, ocorreu um ataque cibernético ao Centro de Comando do Sistema Elétrico Venezuelano, impedindo que os geradores mediassem as baixas e altas frequências, levando o sistema a uma paralisia".
Ele diz que, desse forma, "os EUA promovem a escalada do desespero e caos no País, através de uma asfixia generalizada".
"A oposição interna também age em conjunto com os EUA. A Assembleia Nacional pretende acionar a calamidade pública no país e, dessa forma, chamar uma intervenção militar na Venezuela", informa. 
Inscreva-se na TV 247 e confira a análise:


Caiu na rede: Bolsonaro tem sua própria “Bettina”

Via DCM

Ajuda humanitária imperialista


Novo modelo no mercado: Mille Ciano