LULA PRESO POLÍTICO

LULA PRESO POLÍTICO

terça-feira, 30 de março de 2010

Neto e Falâncio no seu melhor!

Aqueles que os criticam, não percebem que a luta está acima de qualquer partido ou ideologia. Através do humor, lutam pelos DIREITOS DO POVO e pela JUSTIÇA! E são dos poucos, senão mesmo os únicos, que têm coragem para denunciar os problemas que afectam o país.

Adorei a parte do bar aberto neste primeiro vídeo!









Copiado de CIDADÃ DO MUNDO

Isto você não vê na mídia



Copiado de BLOG DO BOURDOUKAN

Cadeirante Acrobático


O americano Aaron Fotheringham nasceu com um problema na coluna e nunca foi capaz de andar. Chegou a usar muletas, mas desde os oito anos vive em uma cadeira de rodas.

Ele costumava ir a um parque ver seu irmão fazer manobras com uma bicicleta, e este o aconselhou a tentar fazer o mesmo com sua cadeira. Desde então, ele pratica com frequência e diz ter sido o primeiro a conseguir realizar um back flip na modalidade.



Fonte: Movimento Superação

Copiado de DEFICIENTE ALERTA

segunda-feira, 29 de março de 2010

Bush limpa as mãos, depois de cumprimentar os haitianos

Bush mostra, descaradamente, quem realmente é... como se ainda existissem dúvidas! São gestos deploráveis como este, que mostram o desprezo que este senhor tem pelo povo haitiano. Será que alguém ainda acredita nas intenções solidárias desta gente? Eu já não acreditava e, agora, menos ainda...

Só me apetece chamar-lhe um nome que eu cá sei, mas, por respeito à sua mãezinha, que não tem culpa de ter parido criatura tão ignóbil, vou-me calar!

Matança de jornalistas em Honduras




Enquanto o PIG concentra seus ataques as "graves violações" a liberdade de expressão praticadas na Venezuela, e se solidariza com os suicidas cubanos da CIA, só em março, cinco jornalistas foram assassinados por jagunços de aluguel em Honduras. Sobre esse massacre, não vemos discursos indignados, editoriais raivosos, defesas intransigentes a Democracia e ao exercício livre do jornalismo. A falta de vergonha na cara da mídia corporativa brasileira não tem limites.



Honduras: os riscos para o exercícios do jornalismo

Com cinco profissionais da imprensa assassinados só neste mês de março, Honduras se converteu hoje em um dos países de maior risco para o exercício do jornalismo.

Os crimes mais recentes ocorreram no fim de semana no departamento de Olancho, onde matadores de aluguel massacraram José Bayardo Mairena e Víctor Manuel Juárez, minutos após concluir um espaço noticioso na Rádio Súper 10, da localidade de Catacamas.

Em similares circunstâncias perderam a vida os comunicadores David Meza, de Rádio El Patio, na cidade da Ceiba; Nahum Palacios, diretor de notícias da cadeia de televisão de Aguán; e Joseph Ochoa, do canal 51, de Tegucigalpa.

Ainda que o porta-voz da Secretaria de Segurança, Leonel Sauceda, tenha dito que as investigações estão bastante avançadas, até o momento ninguém foi detido, nem julgado por estes crimes.

Segundo denunciou a Plataforma de Direitos Humanos trata-se de uma "estratégia de terror, imobilização e perseguição contra opositores ao golpe de Estado".

Muitos dos comunicadores utilizavam seus espaços como tribuna para denunciar a ruptura da ordem institucional no dia 28 de junho e as violações dos direitos humanos cometidas pelo regime de facto de Roberto Micheletti.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) condenou os recentes ataques e chamou as autoridades a investigar os crimes, capturar os responsáveis e tomar medidas para melhorar a segurança dos jornalistas.

Já se disse que uma imagem fala mais que 1000 palavras, será que resolveram conferir?


Canalhice ou magnanimidade?


Esse gesto (ou jesto?) inspira sempre as maiores emoções. Solidariedade e compaixão fazem parte do nosso genoma, ou pelo menos do carimbo cristão de nosso diploma de ser humano. Nem sempre merecido, ás vezes comprado e colocado no currículo, como se vindo do remoto Chile do terremoto.

Mas saber que esse jovem, de barba por fazer e mochila nas costas, igualzinho a gente vê nossos filhos irem pra escola, era um P2!!

Um PM disfarçado, um PULIÇA pusilânime, que devia estar infiltrado nas quadrilhas de traficantes e sequestradores que vitimam nossas crianças, aqueles mesmos que já tiveram essa mesma PULIÇA, refém, como fantoches!

Ele estava lá em meio a professores e estudantes, que reclamavam seus dignos direitos, fantasiado igualzinho a eles, igualzinho meu filho, disfarçado!

Mas por que ele estava lá?

Pra salvar a "mocinha" ferida?

Pra mandar alguém de nossa família, de nosso círculo, pra cadeia???
Ou pra provocar cenas que seriam expostas como prova da violência dos professores?

Quem é você seu merda, que invade meu sonho, deturpa minha utopia e avacalha a fantasia de que podemos quebrar barreiras e mover as montanhas da sua estupidez?

Ainda assim,um grande momento do fotógrafo Clayton de Souza,e do Leandro Fortes,
que disse que:

"Essa vai ser a grande peça de Campanha da Presidenta Dilma!"

Copiado de BLOGG DO AMORAL NATO

Contraponto 1757 - Carter: Kátia Abreu recebe 25 vezes mais dinheiro do Governo do que o MST

Carter: exagerar o poder do MST é um preconceito de classe

Conversa Afiada - 28/março/2010 12:09

Carter: exagerar o poder do MST é um preconceito de classe

Em dezembro de 2009, Miguel Carter concluiu o trabalho de organizar o livro ‘Combatendo a Desigualdade Social – O MST e a Reforma Agrária no Brasil.’. É um lançamento da Editora UNESP, que reúne colaborações de especialistas sobre a questão agrária e o papel do MST pela luta pela Reforma Agrária no Brasil.

Esta semana, ele conversou com Paulo Henrique Amorim, por telefone.

PHA – Professor Miguel, o senhor é professor de onde?

MC – Eu sou professor da American University, em Washington D.C.

PHA – Há quanto tempo o senhor estuda o problema agrário no Brasil e o MST?

MC- Quase duas décadas já. Comecei com as primeiras pesquisas no ano de 91.

PHA – Eu gostaria de tocar agora em alguns pontos específicos da sua introdução “Desigualdade Social Democracia no Brasil”. O senhor descreve, por exemplo, a manifestação de 2 de maio de 2005, em que, por 16 dias, 12 mil membros do MST cruzaram o cerrado para chegar a Brasília. O senhor diz que, provavelmente, esse é um dos maiores eventos de larga escala do tipo marcha na história contemporânea. Que comparações o senhor faria ?

MC – Não achei outra marcha na história contemporânea mundial que fosse desse tamanho. A gente tem exemplo de outras mobilizações importantes, em outros momentos, mas não se comparam na duração e no numero de pessoas a essa marcha de 12 mil pessoas. Houve depois, como eu relatei no rodapé, uma mobilização ainda maior na Índia, também de camponeses sem terra. Mas a de 2005 era a maior marcha.

PHA – O senhor compara esse evento, que foi no dia 2 de maio de 2005, com outro do dia 4 de junho de 2005 – apenas 18 dias após a marcha do MST – com uma solenidade extremamente importante aqui em São Paulo que contou com Governador Geraldo Alckmin, sua esposa, Dona Lu Alckmin, e nada mais nada menos do que um possível candidato do PSDB a Presidência da República, José Serra, que naquela altura era prefeito de São Paulo. Também esteve presente Antônio Carlos Magalhães, então influente senador da Bahia. Trata-se da inauguração da Daslu. Por que o senhor resolver confrontar um assunto com o outro ?

MC – Porque eu achei que começar o livro com simples estatísticas de desigualdades sociais seria um começo muito frio. Eu acho que um assunto como esse precisa de uma introdução que também suscite emoções de fato e (chame a atenção para) a complexidade do fenômeno da desigualdade no Brasil. A coincidência de essa marcha ter acontecido quase ao mesmo tempo em que se inaugurava a maior loja de artigos de luxo do planeta refletia uma imagem, um contraste muito forte dessa realidade gravíssima da desigualdade social no Brasil. E mostra nos detalhes como as coisas aconteciam, como os políticos se posicionavam de um lado e de outro, como é que a grande imprensa retratava os fenômenos de um lado e de outro.

PHA – O senhor sabe muito bem que a grande imprensa brasileira – que no nosso site nós chamamos esse pessoal de PiG (Partido da Imprensa Golpista) - a propósito da grande marcha do MST, a imprensa ficou muito preocupada como foi financiada a marcha. O senhor sabe que agora está em curso uma Comissão Parlamentar de Inquérito Mista, que reúne o Senado e a Câmara, para discutir, entre outras coisas, a fonte de financiamento do MST. Como o senhor trata essa questão ? De onde vem o dinheiro do MST ?

MC _ Tem um capítulo 9 de minha autoria feito em conjunto com o Horácio Marques de Carvalho que tem um segmento que trata de mostrar o amplo leque de apoio que o MST tem, inclusive e apoio financeiro.

PHA – O capítulo se chama “Luta na terra, o MST e os assentamentos” - é esse ?

MC – Exatamente. Há uma parte onde eu considero sete recursos internos que o MST desenvolveu para fortalecer sua atuação, nesse processo de fazer a luta na terra, de fortalecer as suas comunidades, seus assentamentos. E aí tem alguns detalhes, alguns números interessantes. Porque eu apresento dados do volume de recursos que são repassados para entidades parceiras por parte do Governo Federal. Eu sublinho no rodapé dessa mesma página o fato de que as principais entidades ruralistas do Brasil têm recebido 25 vezes mais subsídios do Governo Federal (do que o MST). E o curioso de tudo isso é que só fiscalizado como pobre recebe recurso público. Mas, sobre os ricos, que recebem um volume de recursos 25 vezes maior que o dos pobres, (sobre isso) ninguém faz nenhuma pergunta, ninguém fiscaliza nada. Parece que ninguém tem interesse nisso. E aí o Governo Federal subsidia advogados, secretárias, férias, todo tipo de atividade dos ruralistas. Então chama a atenção que propriedade agrária no Brasil, ainda que modernizada e renovada, continua ter laços fortes com o poder e recebe grande fatia de recursos públicos. Isso são dados do próprio Ministério da Agricultura, mencionados também nesse capítulo. Ainda no Governo Lula, a agricultura empresarial recebeu sete vezes mais recursos públicos do que a agricultura familiar. Sendo que a agricultura familiar emprega 80% ou mais dos trabalhadores rurais.

PHA – Qual é a responsabilidade da agricultura familiar na produção de alimentos na economia brasileira ?

MC – Na página 69 há muitos dados a esse respeito.

PHA- Aqui: a mandioca, 92% saem da agricultura familiar. Carne de frango e ovos, 88%. Banana, 85%.. Feijão, 78%. Batata, 77%. Leite, 71%. E café, 70%. É o que diz o senhor na página 69 sobre o papel da agricultura familiar. Agora, o senhor falava de financiamentos públicos. Confederação Nacional da Agricultura, presidida pela senadora Kátia Abreu, que talvez seja candidata a vice-presidente de José Serra, a Confederação Nacional da Agricultura recebe do Governo Federal mais dinheiro do que o MST ?

MC – Muito mais. Essas entidades ruralistas em conjunto, a CNA, a SRB, aquela entidade das grandes cooperativas, em conjunto elas recebem 25 vezes do valor que recebem as entidades parceiras do MST. Esses dados, pelo menos no período 1995 e 2005, fizeram parte do relatório da primeira CPI do MST. O relatório foi preparado pelo deputado João Alfredo, do Ceará.

PHA – O senhor acredita que o MST conseguirá realizar uma reforma agrária efetiva ? A sua introdução mostra que a reforma agrária no Brasil é a mais atrasada de todos os países que fazem ou fizeram reforma agrária. Que o Brasil é o lanterninha da reforma agrária. Eu pergunto: por que o MST não consegue empreender um ritmo mais eficaz ?

MC – Em primeiro lugar, a reforma agrária é feita pelo Estado. O que os movimentos sociais como o MST e os setenta e tantos outros que existem em todo o Brasil fazem é pressionar o Estado para que o Estado cumpra o determinado na Constituição. É a cláusula que favorece a reforma agrária. O MST não é responsável por fazer. É responsável por pressionar o Governo. Acontece que nesse país de tamanha desigualdade, a história da desigualdade está fundamentalmente ligada à questão agrária. Claro que, no século 20, o Brasil, se modernizou, virou muito mais complexo, surgiu todo um setor industrial, um setor financeiro, um comercial. E a (economia) agrária já não é mais aquela, com tanta presença no Brasil. Mas, ainda sim, ficou muito forte pelo fato de o desenvolvimento capitalista moderno no campo, nas últimas décadas, ligar a propriedade agrária ao setor financeiro do país. É o que prova, por exemplo, de um banqueiro (condenado há dez anos por subornar um agente federal – PHA) como o Dantas acabar tendo enormes fazendas no estado do Pará e em outras regiões do Brasil. Houve então uma imbricação muito forte entre a elite agrária e a elite financeira. E agora nessa última década ela se acentuou num terceiro ponto em termos de poder econômico que são os transacionais, o agronegócio. Cargill, a Syngenta… Antes, o que sustentava a elite agrária era uma forte aliança patrimonialista com o Estado. Agora, essa aliança se sustenta em com setor transacional e o setor financeiro.

PHA – Um dos sustos que o MST provoca na sociedade brasileira, sobretudo a partir da imprensa, que eu chamo de PiG, é que o MST pode ser uma organização revolucionária – revolucionária no sentido da Revolução Russa de 1917 ou da Revolução Cubana de 1959. Até empregam aqui no Brasil, como economista Xico Graziano, que hoje é secretário de José Serra, que num artigo que o senhor fala em “terrorismo agrário”. E ali Graziano compara o MST ao Primeiro Comando da Capital. O Primeiro Comando da Capital, o PCC, que, como se sabe ocupou por dois dias a cidade de São Paulo, numa rebelião histórica. Eu pergunto: o MST é uma instituição revolucionária ?

MC – No sentido de fazer uma revolução russa, cubana, isso uma grande fantasia. E uma fantasia às vezes alardeada com maldade, porque eu duvido que uma pessoa como o Xico Graziano, que já andou bastante pelo campo no Brasil, não saiba melhor. Ele sabe melhor. Mas eu acho que (o papel do) MST é (promover) uma redistribuição da propriedade. E não só isso, (distribuição) de recursos públicos, que sempre privilegiou os setores mais ricos e poderosos do país. Há, às vezes, malícia mesmo de certos jornalistas, do Xico Graziano, Zander Navarro, dizendo que o MST está fazendo uma tomada do Palácio da Alvorada. Eles nunca pisaram em um acampamento antes. Então, tem muito intelectual que critica sem saber nada. O importante desse (“Combatendo a desigualdade social”) é que todos os autores têm longos anos de experiência (na questão agrária). A grande maioria tem 20, 30 anos de experiência e todos eles têm vivência em acampamento e assentamentos. Então conhecem a realidade por perto e na pele. O Zander Navarro, por exemplo, se alguma vez acompanhou de perto o MST, foi há mais de 15 anos. Tem que ter acompanhamento porque o MST é de fato um movimento.

PHA – Ou seja, na sua opinião há uma hipertrofia do que seja o MST ? Há um exagero exatamente para criar uma situação política ?

MC – Exatamente. Eu acho que há interesse por detrás desse exagero. O exagero às vezes é inocente por gente que não sabe do assunto. Mas às vezes é malicioso e procura com isso criar um clima de opinião para reprimir, criminalizar o MST ou cortar qualquer verba que possa ir para o setor mais pobre da sociedade brasileira. Há muito preconceito de classe por trás (desse exagero).

(*)Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista

Copiado de ContrapontoPIG

SERRA/PSDB PROÍBE CRIANÇAS DEFICIENTES NAS ESCOLAS PÚBLICAS PAULISTAS!


As escolas estaduais paulistas estão pedindo aos pais de estudantes com deficiência física que fiquem com os filhos na classe durante o período de aula. A presença de um familiar na escola é colocada por diretores dos colégios públicos como condição para acolher esses alunos, em geral cadeirantes com limitações motoras graves, diante da falta de estrutura para abrigá-los no ensino regular. A inclusão desses estudantes é garantida por lei.

Matriculado no 1º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Marina Cintra, na Consolação, região central da capital, Matheus ainda não foi à aula neste ano. Tem mielomeningoncele, lesão congênita da medula espinhal que causa problema neurológico incurável. É cadeirante e tem que usar fralda, pois não tem controle sobre o esvaziamento da bexiga. Precisa de uma carteira adaptada para ele e de um cuidador.

A falta de funcionários é uma das hipóteses para o problema. “A escola está desamparada de serviços de apoio para acolher as crianças com deficiência. Não sou a favor, mas a escola não vê outra saída”, analisa Darcy Raiça, coordenadora do curso de Educação Inclusiva da PUC. “O pai não deve ficar na classe. Isso pode comprometer o trabalho do professor e o desempenho do aluno.”

Segundo a Secretaria Estadual da Educação, a prática de pedir aos pais para que acompanhem o filho com deficiência durante o período de aula ocorre como “parceria” porque não existe a função de cuidador no quadro de funcionários das escolas estaduais.

Especialistas em inclusão escolar repudiam tal prática e a classificam como “absurda” e “discriminatória”. Além de ferir a política nacional de educação especial, elaborada em 2008 conforme preceitos da educação inclusiva, os educadores veem no ato um obstáculo ao desenvolvimento escolar e da vida pública da criança.


O QUE DIZ A LEI

A matrícula de estudantes com necessidades especiais na rede regular de ensino é um direito garantido pela Lei das Diretrizes e Bases da educação brasileira

Em 2008, foi elaborada a política nacional de educação especial, que prevê o cuidador, e publicado decreto federal que abriu caminho para a ampliação do atendimento educacional especializado na rede pública, criando repasses dobrados do Fundeb para alunos que recebem esse atendimento


Não consigo acreditar até agora nesta notícia.

Onde estão os defensores da educação pública de qualidade, que ontem e hoje ainda brandam discurso ferozes contra os professores “baderneiros”?

Onde estão os defensores das liberdades individuais e dos direitos que afirmam que Dilma e o PT são a ameaça a ser combatida.

Como os pais ou responsáveis poderão deixar de ganhar o sustento da famíia e ficar em sala de aula? E a lei? Não é preciso cumpri-la?!?


Na prática está proibindo os alunos deficientes de freqüentar as aulas.


Este governo FACISTA de Serra e seus capangas, agora descumprem uma lei federal, MAIS UMA, e querem condenar as crianças especiais ao analfabetismo, a serem discriminadas pelos colegas ainda mais do que são!

Mas eu entendo, afinal. Há coerência nesta gente.

Para eles, um limpeza étnica, uma seleção de genes, seria um grande avanço.

Quem sabe se eleito Serra e seus iguais não construem alguns fornos a gás e estará tudo resolvido!

Copiado de MiguelGrazziotinOnLine

domingo, 28 de março de 2010

P2 paulista ficou bem na foto - Serra usa polícia secreta infiltrada nos movimentos sociais, como na ditadura


A foto acima, feita ontem durante o conflito entre a polícia política de Serra/PSDB e os professores paulistas, acabou por desmascarar as intenções e ações nazifacistas do governador paulista e seus apoiadores.

Em princípio se achou que seria um manifestante, no caso um professor, que estaria socorrendo a policial em questão.

Hoje a mídia dominante informa que era um policial militar à paisana.

Fato grave.

Notem a foto em cima.

Vemos que o policial está de barba, não uma barba de um dia de folga, por exemplo, mas de dias, no mínimo. Sabemos também que policial não pode andar barbado, logo a conclusão que tiramos é que se trata de um policial da P2, a polícia secreta paulista.

Perguntamos então:

O que estava fazendo este militar ali?

Não basta apenas responder que era policial à paisana passando por acaso.

Nem mesmo responder que era um policial à paisana para “observar de dentro” a manifestação, o que já bastaria para um protesto formal dos porfessores e uma indignação dos “defensores da liberdade” da mídia comprada.

MAS, o principal detalhe é a barba!

O policial em questão estava trabalhando dentro do movimento há muito tempo. Sua caracterização, usando barba é a prova concreta e definitiva.

Vemos então, caros leitores, que Serra/PSDB e companhia estão usando táticas totalitárias, para atacar os trabalhadores que “ousam” se organizar e defender seus direitos.

TÃO importante quanto, é o fato de que esta descoberta nos autoriza a pensar:

1. Quantos policiais disfarçados estavam presentes no ato público?

2. Foram eles orientados a iniciar os ataques para justificar a violência?

3.Quantos policiais estão atualmente infiltrados em sindicatos e no movimento popular. A mando de quem e por que motivo?

Acho que a Assembléia paulista, se prestasse para algo, visto que engaveta toda CPI contra o PSDB, abriria uma CPI para esclarecer o que a polícia militar de Serra anda fazendo contra a população.

Estamos diante de um fato muito grave.

A liberdade de cada um de nós está sob ameaça. Este senhor do PSDB, está nos mostrando claramente o que faz e o que fará, contra aqueles que não seguirem suas ordens e desejos.

Ainda há tempo de nos organizarmos e banir este político do mapa.

Ou correremos o risco de viver em uma ditadura acobertada pela mídia.

By: Miguel Grazziotin

Copiado de COM TEXTO LIVRE

SICKO – $O$ SAÚDE_ MICHAEL MOORE (em português)



Copiado de MÁRCIA E SUAS LEITURAS

Como votam os americanos, por Noam Chomsky



Copiado de O ESQUERDOPATA

Urânio empobrecido: Um crime de guerra dentro de uma guerra criminosa


Os povos iraquiano, palestino, afegão são vítimas fatais da utilização das armas produzidas com o lixo nuclear, armas largamente produzidas e utilizadas pelos exércitos de ocupação dos Estados Unidos da América e sua base militar no Oriente Médio, Israel.

O resultado de sua utilização a médio prazo, você pode verificar com seus olhos:


por William Bowles

Como se destruir um país e a sua cultura não fosse suficientemente mau, o que dizer acerca da destruição do seu futuro, dos seus filhos? Quero bradar isto de cima dos telhados! Somos cúmplices em crimes de tamanha enormidade que acho difícil encontrar as palavras para descrever o que sinto acerca deste crime cometido em meu nome! Em nome do mundo "civilizado"?

"Esqueça-se do petróleo, da ocupação, do terrorismo ou mesmo da Al-Qaeda. O perigo real para os iraquianos destes dias é câncer. O câncer está a propagar-se rapidamente no Iraque. Milhares de bebés estão a nascer com deformidades. Os médicos dizem que estão a lutar para enfrentar o aumento do câncer e dos defeitos natos, especialmente em cidades sujeitas a pesado bombardeamento americano e britânico". — Jalal Ghazi, para New America Media.

Texto completo AQUI.

Copiado de SOMOS TODOS PALESTINOS

sábado, 27 de março de 2010

O mundo bizarro de José Serra

Quase todos perdidos de armas nas mãos

Muito ainda se falará dessa foto de Clayton de Souza, da Agência Estado, por tudo que ela significa e dignifica, apesar do imenso paradoxo que encerra. A insolvência moral da política paulista gerou esse instantâneo estupendo, repleto de um simbolismo extremamente caro à natureza humana, cheio de amor e dor. Este professor que carrega o PM ferido é um quadro da arte absurda em que se transformou um governo sustentado artificialmente pela mídia e por coronéis do capital. É um mural multifacetado de significados, tudo resumido numa imagem inesquecível eternizada por um fotojornalista num momento solitário de glória. Ao desprezar o movimento grevista dos professores, ao debochar dos movimentos sociais e autorizar sua polícia a descer o cacete no corpo docente, José Serra conseguiu produzir, ao mesmo tempo, uma obra prima fotográfica, uma elegia à solidariedade humana e uma peça de campanha para Dilma Rousseff.

Inesquecível, Serra, inesquecível.

Copiado de BRASÍLIA, EU VI

Justiça seletiva

Nestes dias em que a Justiça é celebrada por todos e surge como a redentora das deformações mais evidentes de nossa sociedade, é bom lembrar que o jornalista Antonio Marcos Pimenta Neves, que matou a ex-namorada no distante ano de 2001, embora tenha sido condenado a 15 anos de prisão, até agora passou apenas sete meses preso.

Pimenta Neves, ex-diretor de redação do Estadão, assassinou Sandra Gomide com dois tiros. Réu confesso, foi julgado e condenado, mas graças a uma série de manobras de seus advogados, continua solto.

Casos como o seu, infelizmente não são exceção no Brasil. Por isso é preciso lembrá-los sempre que surge, como agora, um fato que dá a falsa impressão de que o sistema judiciário do país trabalha com um mínimo de eficiência.

A verdade é que a Justiça brasileira é seletiva, além de lenta, cara, desorganizada, uma máquina paquidérmica que mal consegue arrastar seu peso descomunal.

Pimenta Neves e sua impunidade de fato são o retrato perfeito de uma tragédia que transcende o nível pessoal e se espalha por toda a sociedade.

Copiado de CRÔNICAS DO MOTTA

Organ Traffic: ‘Tráfico de pessoas não é um crime cometido por pobres’








Tatiana Félix *
Adital

Os mitos que envolvem o tráfico de órgãos, uma das modalidades mais cruéis do tráfico de seres humanos, podem ser mais reais e assustadores do que se parece. Em diversas cidades brasileiras, e também em outros países, entidades como a Organ Traffic, fundada pela irmã Maria Elilda dos Santos, que atua no combate ao tráfico de órgãos, exemplificam as mais desumanas situações deste crime hediondo.

Córneas e rins são retirados de pacientes internados em hospitais públicos; crianças são bem tratadas em cativeiro para depois serem retaliadas; adolescentes e jovens são raptados para servirem ao comércio ilegal de órgãos. Os casos são muitos. "Já foi encontrado só o tronco de uma pessoa. Não tinha perna, braço, nada. Tiraram todos os membros", relatou Elilda.

No final de fevereiro, o Movimento Internacional de Combate ao Trafico de Órgãos Humanos, liderado pela irmã, recebeu uma denúncia de que seis jovens haviam desaparecido em Luziânia, cidade do estado de Goiás. Mas, ao chegar à região e colher informações a surpresa: os relatos demonstraram que o caso é muito mais grave do que o que se chegou à imprensa. "Não era apenas seis desaparecidos. O número é muito superior que 200 pessoas e envolve cidades de Goiás e de Brasília", informou a religiosa.

Segundo a irmã, a maioria dos casos não é investigada e muitas famílias não conseguem depor nem em delegacias, nem no Ministério Público. "Acompanhei uma mãe que teve o filho desaparecido em 2006 e até agora não conseguiu depor", relatou.

No Seminário Regional sobre Tráfico de Pessoas e Exploração Sexual realizado ontem (25) em São Paulo, ela disse que ficou decepcionada com a postura de ministros e representantes dos direitos humanos, uma vez que enfocaram apenas do tráfico com fins de exploração sexual. "Essa postura impossibilita averiguar o caso de Goiás, porque eles ignoram outros ramos de atuação do tráfico de pessoas", enfatizou.

"O que acontece com nossas autoridades? Não interessa para o governo o número de crianças, adolescentes e jovens que desaparecem assim, do nada? É estranho o comportamento das autoridades", indignou-se.

Segundo ela, o desaparecimento de jovens e as chacinas que acontecem em grandes centros urbanos são tratados como resultado do envolvimento de jovens com o tráfico de drogas, no entanto, essa é uma maneira simplista de explicar os fatos, que podem estar ligados ao tráfico para retirada e comércio de órgãos.

Ela disse que esse tipo de crime apresenta uma situação delicada porque envolve negociações internacionais. "O tráfico de órgãos é um crime que está a serviço da ciência", afirmou. "O tráfico de seres humanos não é um crime cometido por pobres, mas por quem tem poder", enfatizou.

Para ela, o problema do tráfico é uma questão política e depende da atuação e interesse dos governos. "Infelizmente, a tendência é aumentar os casos desse crime. É necessário ter uma lei que qualifique o tráfico de órgãos como crime hediondo", declarou. Ela disse ainda que é importante oferecer apoio aos familiares das vítimas.

"A situação é real, é gritante", afirmou Elilda e continuou seu apelo com um alerta: "Na região de Goiás, esses casos não podem ser descartados. Não podemos nos conformar em recolher os restos dos corpos dos nossos familiares e deixar que esse crime continue. A sociedade deve demonstrar interesse em combater o tráfico, deve denunciar. A impunidade é o que faz o crime continuar", desabafou.


* Jornalista da Adital

Copiado de ADITAL

Uma história (real) de pescador



por Admin última modificação 17/03/2010 14:26

Principal líder de resistência à instalação da empresa TKCSA na baía de Sepetiba, no Rio, o cadeirante Luís Carlos vive há um ano escondido, sob ameaça de morte.

Gilka Resende

do Rio de Janeiro (RJ)


Refugiado em seu próprio país. Assim se sente Luís Carlos de Oliveira, de 59 anos. Este pescador não vê a mãe, o pai, irmãos e filhos há exatamente um ano. Longe do local onde nasceu, cresceu e começou a exercer sua profissão, ainda aos nove anos, ele tenta se fortalecer e fugir da solidão tomando nota de pensamentos em um caderninho.


“A vida parece uma pista de corrida cheia de desejos e obstáculos. Basta ultrapassá-los. Nunca fui muito de escrever, mas agora tenho sentido vontade. É importante registrar a luta contra os desmandos dessa empresa”, conta, referindo-se à ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA), cuja construção na baía de Sepetiba, no Rio de Janeiro, vem afetando seriamente o meio ambiente e a comunidade local, segundo movimentos sociais da região.


Sair de Jesuítas, no bairro Santa Cruz, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, não foi uma escolha, mas sim uma imposição do atual modelo de desenvolvimento implantado no país. Desde o início das obras da TKSCA, ele e outros pescadores foram responsáveis por motivar a população local a reivindicar seus direitos.


Ameaça de morte

À frente da Associação dos Pescadores dos Cantos dos Rios (Apescari), Luís Carlos organizou manifestações no mar e na porta da transnacional. Com as denúncias sobre o envolvimento de milicianos na segurança da empresa, a devastação ambiental e o uso privado de locais que eram excelentes viveiros de pesca, o pescador passou a ser ameaçado de morte.


A coerção, que primeiro era feita cotidianamente por telefone, passou a ser presencial. Certa vez, ao sair de casa, um carro encostou-se no dele, o vidro baixou e lhe mostraram uma arma. “Senti como um aviso de morte e tive que sair de casa de vez. Depois que fui embora, eles foram até a minha casa três vezes, perguntaram por mim no entorno. Chegaram a entrar e queimar roupas no quintal. O preço de enfrentar a destruição que essa empresa trouxe tem sido muito alto. Com certeza esse é o maior obstáculo que eu já enfrentei na vida”, admite, com a voz embargada.


Emoção e coragem são características bem perceptíveis neste pescador, que precisa usar cadeira de rodas para se locomover. As pernas secas por uma paralisia infantil, adquirida aos dois anos, nunca o impediram de levar uma vida de conquistas, mesmo com tanto sofrimento. Esteve internado dos sete aos 12 anos e teve que estudar no hospital.


Mas ele não traz à memória apenas lembranças tristes da juventude. Imagens de uma baía de Sepetiba farta e bonita não faltam. “Quando era pequeno, o médico me recomendou passar a lama medicinal do mangue e das praias nas pernas. Ficava de lama até a cintura. Era ótimo, muito bom para circulação. Agora está tudo contaminado de metal pesado, tudo sujo, os peixes estão mais uma vez morrendo”, compara.



Proteção federal

Hoje, Luís Carlos faz parte do Programa Federal de Defensores dos Direitos Humanos, que, além de um local seguro de moradia, disponibilizou um salário mínimo para sua sobrevivência. “Eu mando todo o dinheiro do Programa para a minha família. Por ser cadeirante, também recebo um salário mínimo pela Previdência. É com ele que tenho vivido, já que ainda não consegui reestruturar minha vida”.


Antes de ter sua atividade econômica totalmente inviabilizada com a chegada da empresa, o pescador chegou a obter, apenas com a pesca, renda de cinco salários mínimos. O barco de trabalho, construído por ele mesmo com a ajuda de um companheiro de profissão, hoje está danificado. “Fora da baía meu barco rachou, não serve mais. Gostaria de conseguir um novo, arrumar outro local para poder pescar. Não gostaria de ficar por muito mais tempo nessa situação. Foi com trabalho que consegui tudo na vida”, conta.



Invisível

O desrespeito aos modos de vida dos pescadores dentro de seu próprio país deixa Luís Carlos inconformado. Mesmo tendo participado de audiências públicas no Rio e em Brasília, mandado cartas ao Ministério Público e conversado com jornalistas de grandes meios de comunicação, suas denúncias contra a empresa nunca ganharam a devida visibilidade.


“O que se passa na baía de Sepetiba foi parar nos jornais da Alemanha. Tive mais voz no parlamento alemão do que no brasileiro. Já fui duas vezes a Brasília, tentei falar com o presidente Lula e ele nunca me recebeu. Tentei falar com o ministro da Pesca e mandaram o secretário conversar comigo. Pedi que olhassem para a baía de Sepetiba, para a população que vai ficar doente com tanta poluição. Nada aconteceu”, relata.


Luís Carlos acredita que não mais poderá voltar a viver em Santa Cruz. Longe da baía de Sepetiba, sente saudade de sua rotina: levantar todos os dias às cinco da manhã, sair para pescar e voltar apenas no final da tarde com o barco cheio de tainhas, corvinas, pescadas, guaibiras e piraúnas. A diferença entre esta e as outras histórias de pescador é que ela não é engraçada, não possui floreios ou traços de ficção. Quem dera tivesse.


Copiado de AGÊNCIA BRASIL DE FATO

quarta-feira, 24 de março de 2010

Enfim a verdade!!!?!!?

Recebi hoje um e-mail de uma amiga que relata entrevista de um médico:
Dr. Paulo Ubiratan, de Porto Alegre, RS, em entrevista a uma TV local, foi questionado sobre vários conselhos que sempre nos são dados...

Pergunta: Exercícios cardiovasculares prolongam a vida, é verdade?

Resposta: O seu coração foi feito para bater por uma quantidade de
vezes e só... não desperdice essas batidas em exercícios. Tudo
gasta-se eventualmente. Acelerar seu coração não vai fazer você viver
mais: isso é como dizer que você pode prolongar a vida do seu carro
dirigindo mais depressa. Quer viver mais? Tire uma soneca !!!

P: Devo cortar a carne vermelha e comer mais frutas e vegetais?

R: Você precisa entender a logística da eficiência... .O que a vaca
come? Feno e milho. O que é isso? Vegetal. Então um bife nada mais é
do que um mecanismo eficiente de colocar vegetais no seu sistema.
Precisa de grãos? Coma frango.

P: Devo reduzir o consumo de álcool?

R: De jeito nenhum. Vinho é feito de fruta. Brandy é um vinho
destilado, o que significa que, eles tiram a água da fruta de modo que
você tire maior proveito dela. Cerveja também é feita de grãos. Pode
entornar!

P: Quais são as vantagens de um programa regular de exercícios?

R: Minha filosofia é: Se não tem dor...tá bom!

P: Frituras são prejudiciais?

R: VOCÊ NÃO ESTÁ ME ESCUTANDO!!! ... Hoje em dia a comida é frita em
óleo vegetal. Na verdade ficam impregnadas de óleo vegetal. Como pode
mais vegetal ser prejudicial para você?

P: Flexões ajudam a reduzir a gordura?

R: Absolutamente não! Exercitar um músculo faz apenas com que ele
aumente de tamanho.

P: Chocolate faz mal?

R: Tá maluco? !!!! Cacau!!!! Outro vegetal!! É uma comida boa pra se
ficar feliz !!!

E lembre-se:
A vida não deve ser uma viagem para o túmulo, com a
intenção de chegar lá são e salvo, com um corpo atraente e bem
preservado. Melhor enfiar o pé na jaca - Cerveja em uma mão - tira
gosto na outra - muito sexo e um corpo completamente gasto, totalmente
usado, gritando: VALEU !!! QUE VIAGEM!!!

P S.: SE CAMINHAR FOSSE SAUDÁVEL O CARTEIRO SERIA IMORTAL...!
BALEIA NADA O DIA INTEIRO, SÓ COME PEIXE, SÓ BEBE ÁGUA E É GORDA....!

LEMBRANDO:
COELHO CORRE, PULA E VIVE 15 ANOS, TARTARUGA NÃO CORRE NÃO FAZ NADA E VIVE 150 ANOS

A veracidade dessa entrevista eu não posso garantir!! Agora que os conselhos desse médico pode até não ser real, mas que é " BOM" DEMAIS!!! Ah! isso é! Hahahahahaa.

Copiado de Um pouco de tudo. Tudo de um pouco.

POLÍCIA CUBANA vs OUTRAS POLÌCIAS

Seja mais um solidário em defesa de Cuba!
PARTICIPE DA CAMPANHA: acesse EN DEFESA DE CUBA e inscreva-se.

Compare a Polícia Cubana à Polícia Espanhola (no vídeo) – que serve de exemplo para muitas outras, inclusive a brasileira.




Uma mãe ralhando com filho é mais “repressora” do que a REPRESSORA POLÍCIA CUBANA.

Copiado de SOLIDÁRIOS

MEXEU COM O RIO. MEXEU COMIGO?????


"Porque longe das cercas embandeiradas que separam
quintais
No cume calmo do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora de um disco voador."
(Raul Seixas - "Ouro de tolo")


AMIGOS,


NESSE QUE PROMETE SER UM DOS MAIS AGITADOS ANOS DOS ÚLTIMOS TEMPOS, COM COPA DO MUNDO E ELEIÇÕES GERAIS PELA PRIMEIRA VEZ EM 20 ANOS SEM LULA COMO CANDIDATO, PORÉM ALTAMENTE PARTICIPATIVO E DETERMINANTE PARA DISSABOR DA DIREITA E DE SEUS TÍTERES, NAS ÚLTIMAS SEMANAS VEJO CIRCULAR PELA MÍDIA EM GERAL UMA “CAMPANHA EM DEFESA DO RIO”, TENDO O SUGESTIVO SLOGAN MEXEU COM O RIO, MEXEU COMIGO.


À PRIMEIRA VISTA LEMBRA A CAMPANHA DO PETRÓLEO É NOSSO E PARO POR AÍ. A POLÍTICA ENERGÉTICA DE UM PAÍS NO SÉCULO VINTE E UM TEM DE SER PENSADA E EXECUTADA COMO DE UM PAÍS, PERDOEM A REDUNDÂNCIA, COMO UM TODO E NÃO COMO POLÍTICA ENERGÉTICA PARA UM ESTADO, O RIO POR EXMPLO, OU PARA UM MUNICÍPIO, CAMPOS POR EXEMPLO.


CITO NOVAMENTE COMO EXEMPLO VIRTUOSO E VITORIOSO DE CAMPANHA PUBLICITÁRIA A DO PETRÓLEO É NOSSO DO SAUDOSO MONTEIRO LOBATO QUE PERMITIU AO PAÍS EXPLORAR DA MELHOR MANEIRA POSSÍVEL O OURO NEGRO, COM O SURGIMENTO DA PETROBRAS, ESSA GIGANTE QUE TANTO NOS ORGULHA.


ALIÁS, A IDÉIA DE PENSAR NACIONAL É O CARRO CHEFE DO EXTRAORDINÁRIO GOVERNO LULA. PENSAR NACIONALMENTE, AO CONTRÁRIO DO QUE ALGUNS PENSAM E TENTAM FAZER COM QUE MUITOS OS SIGAM COMO BOIADA, EM NADA COMPROMETE O PENSAR REGIONAL.


MUITO PELO CONTRÁRIO, AO VERMOS UMA FLORESTA DO ALTO É QUE PODEMOS IDENTIFICAR QUAIS AS ARVÓRES QUE MERECEM MAIS ATENÇÃO E QUAIS AS QUE DEVEM SER PODADAS PARA NÃO COMPROMETEREM O NASCIMENTO E CRESCIMENTO DE OUTRAS MENORES COMPROMETENDO A EXISTÊNCIA DA FLORESTA COMO UM TODO.


DESTA FORMA, AO OUVIR PESSOAS REPETIREM MEXEU COM O RIO, MEXEU COMIGO, COMO SE FOSSE MARCHINHA DE CARNAVAL ME DOEU AOS OUVIDOS.


RECONHEÇO O EXAGERO EM QUERER DIVIDIR OS ROYALTIES DO PETRÓLEO DE FORMA EQUÂNIME ENTRE ESTADOS E MUNICÍPIOS PRODUTORES E NÃO PRODUTORES. PORÉM, ORA BOLAS, O PETRÓLEO É NOSSO OU SÓ DE ALGUNS? DIANTE DA ENVERGADURA DO PRÉ-SAL ADMITE-SE UMA FATIA DO BOLO, MESMO QUE EM TAMANHO DIFERENTE, PARA CADA UM DOS ESTADOS/MUNICÍPIOS BRASILEIROS.


DESSA FORMA GANHAREMOS TODOS NÓS, BRASILEIROS, E NÃO APENAS ALGUNS, SEJAM ELES FLUMINENSES, CAPIXABAS OU PAULISTAS.


AQUELE ABRAÇO!


JJ

terça-feira, 23 de março de 2010

OS ROYALTIES DO PETRÓLEO E DA PITOMBA


Urariano Mota*

Aúltima votação do petróleo no Congresso Nacional gerou toda sorte de ignorância, casada e rimada com arrogância. A julgar pelo Jornal Nacional, teve início um combate do gênero todos contra o Rio de Janeiro. Segundo as imparciais reportagens, os estados da federação estariam tentando um assalto aos recursos naturais mais fluminenses que o Zé Carioca. No ar, além das imagens das lágrimas de Sérgio Cabral Filho, os brasileiros de todos os brasis viram fumaças de uma nova guerra de secessão. E com algumas ameaças: adeus, olimpíadas, adeus, Copa, adeus, colírio de nosso maior cartão postal. Mas se no parágrafo seguinte couber um breve recuo no tempo, veremos que o primeiro assalto foi cometido antes da votação, contra o espírito público.

Tudo começou com a proposta do governador Eduardo Campos, que sugeriu uma repartição mais justa – vale dizer, para todos os estados brasileiros - dos royalties do petróleo da camada pré-sal. Atenção, vocês leram bem: a idéia, ou a filosofia, como dizem os burocratas, era para os recursos do petróleo no pré-sal. Na proposta nada havia que mudasse as regras em vigor para os recursos mais cariocas que o Zé de Walt Disney. Em vigor? Sim, mas que balançaram depois das declarações do governador Sérgio Cabral, que se referiu a “roubo” dos royalties, quando ainda se discutia a partilha federativa das receitas do pré-sal. Então os 369 deputados “ladrões” responderam contra os 72 que julgavam ter eterno o velho vigor.

A coisa, já antes, tamanha era a arrogância, já havia descido a perigosa ladeira do deboche. Em artigo na Folha de São Paulo, em dezembro de 2009, Ruy Castro tentara o caminho da sátira, da graça, um gênero em que lhe faltam graça e talento. Assim falou Ruy, o biógrafo de Nelson Rodrigues:

"O Estado de Pernambuco é responsável por 85% da mangaba e da pitomba produzidas no Brasil. Um abençoado acidente geológico fez com que seu território fosse ideal para a exploração dessas frutas, que são boas de comer ou servem de base para sucos e sorvetes e respondem por boa parte da economia pernambucana....

Pois vamos supor que, de repente, o Rio, que só produz caju e banana, resolva unir-se a outros Estados que também não produzem mangaba e pitomba e, juntos, comecem uma campanha para que os royalties das ditas frutas destinados a Pernambuco sejam distribuídos por igual entre os Estados. A alegação é a de que Pernambuco não é dono do Brasil, que a mangaba e a pitomba pertencem a todos e que cabe à União socializar a dinheirama gerada por elas".

Ora, brincadeira tem hora. O insigne Ruy Castro, ao escrever com a tinta da galhofa, naquele dezembro não soube nem viu que essa pitomba "base para sucos e sorvetes” tem um caroço desproporcional, que atrapalha qualquer voo gastronômico. A sua polpa – da pitomba – é fina, grudenta e avara, agarrada ao caroço de um modo tal que prejudica os mais saborosos sucos e sorvetes. Não teria sido melhor que o colunista, naquele dezembro, tivesse visto alguma vez uma pitomba?

Mais: de onde Ruy teria retirado que, além de petróleo, o Rio só produziria caju e banana? O abacaxi, o coco e a laranja também mereciam e merecem um lugar no tabuleiro. E de que lugar ele concluíra, sei, era só um véu de alegoria, uma espirituosa aproximação, mas em que alegres trópicos as frutas pagariam royalties? Talvez nas terras em que pitombas pulassem na esteira rolante de indústrias revolucionárias. Sem caroço, limpas e puras, só polpa.

Voltando ao passado mais próximo, o fato é que Paulo Bernardo, o ministro do Planejamento, afirmou há poucos dias que “o pagamento dos royalties sobre as atuais reservas continua como está, mas haverá novas regras para as jazidas do pré-sal, em que todos os estados e municípios terão o mesmo direito. Não tem cabimento deixar que o petróleo explorado a 250 quilômetros da costa renda royalties para apenas um estado, um município”.

A essa declaração pública, o governador Sérgio Cabral faz de conta que não é com ele. Na hora em que esta coluna se publica, ele chama para um ato público pela sobrevivência dos royalties em vigor. E dos que virão, pois grande é seu particular espírito público. Mas para maior clareza ele deveria chamar também, em alto e bom português: “o petróleo é nosso, brasileiros, mas o nosso aí é do Rio de Janeiro”.


*Urariano Mota, escritor e jornalista, autor de “Soledad no Recife” (Boitempo – 2009) seu último romance, indicado como um possível livro do ano pelo conceituado site Nova Cultura, elaborado e administrado na Alemanha, com os destaques literários da CPLP - Comunidade de Países de Língua Portuguesa. É colunista do site Direto da Redação, edita o blog SAPOTI DE JAPARANDUBA http://urarianoms.blog.uol.com.br/

Colabora com esta nossa Agência Assaz Atroz

Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

Copiado de AAA - AGÊNCIA ASSAZ ATROZ (PRESAA)

Pesquisa terá perfil socioeconômico e da saúde das pessoas com deficiência


A Secretaria da Saúde do Estado e a Secretaria de Saúde de Fortaleza iniciam uma pesquisa sobre o perfil socioeconômico e da saúde das pessoas com deficiência na capital.

O relatório final, com lançamento previsto para agosto deste ano, vai dar subsídios para o planejamento das atividades de inclusão da pessoa com deficiência na sociedade, com ênfase nas ações de saúde, educação, esporte e de capacitação para o trabalho.

O Censo populacional de 2000 (IBGE) identificou que o Ceará está entre os cinco estados brasileiros com maior número de pessoas com deficiência (17,34% da população). Fortaleza possui atualmente aproximadamente 293 mil pessoas com deficiência. De acordo com o Censo de 2000, no Brasil 24,5 milhões de pessoas (14,5% da população) têm algum tipo de deficiência, desde alguma dificuldade para andar, ouvir e enxergar, até as graves lesões incapacitantes. Foram detectadas 48% de pessoas com deficiência visual, 23% com deficiência motora, 17% com deficiência auditiva, 8% com deficiência intelectual e 4% com deficiência física.

As principais causas de deficiência estão correlacionadas a eventos como transtornos congênitos e perinatais, doenças transmissíveis e crônicas, perturbações psiquiátricas, abusos de álcool e droga, desnutrição, traumas e lesões (violência, acidentes no trânsito, no trabalho e na moradia). A elas somam-se as conseqüências das mudanças do perfil epidemiológico e o aumento da esperança de vida no país, que amplia a necessidade de ações de prevenção voltadas ao diabetes, hipertensão arterial, doenças vasculares, quedas de pessoas idosas e traumas.