LULA PRESO POLÍTICO

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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Onde estão os kibutzins?

Via Blog do 

Nas décadas de 50 e 60 do século passado, os israelenses inundaram a mídia com cascatas. Inventaram os tais kibutzin (plural de kibutz) dizendo que ali se praticava o socialismo, mas não informavam que o trabalho (pessimamente remunerado, diga-se) era feito por palestinos.

Nas décadas de 50 e 60 do século passado, inundaram a mídia com mentiras. “Estamos florescendo o deserto”, divulgavam. Mas ninguém jamais se perguntou como é que era possível tal fato se os europeus que ali chegaram sequer sabiam o que era uma enxada.

E hoje, essas mentiras que tanta simpatia granjearam, estão se revelando um embuste.

Onde estão os kibutzin?

E onde está o deserto florido?

Nem um, nem outro. Era tudo propaganda.

Os palestinos foram embora e com eles desapareceram os kibutzin. E o pouco verde que havia no deserto foi junto.


          Israelenses destroem impiedosamente bosques de oliveiras

 E então, em menos de 60 anos, fica-se conhecendo a verdadeira face da mentira.

Mais de um milhão de árvores frutíferas foram destruídas pelos sionistas, mais de 500 mil oliveiras milenares foram arrancadas e em seu lugar plantaram prédios monstruosos.

E assim, aos poucos, a verdade começa a se revelar. O registro histórico informa que até a década de 40, Palestina, a terra do leite e do mel Bíblica, era o maior exportador de frutas cítricas do Oriente Médio, principalmente laranja.


Antes da invasão e ocupação pelos euro-sionistas, a Palestina era o maior exportador de laranjas do Oriente Médio

E Israel...bem, Israel possui hoje mais de 20 por cento de habitantes vivendo abaixo da linha de pobreza; uma taxa de mais de 10 por cento de desempregados e uma indústria bélica próspera que deixa um rastro de violência e morte pelo caminho.

Com o apoio da mídia e omissão da humanidade.

Mas aos poucos os verdadeiros fatos vão se revelando.

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