LULA PRESO POLÍTICO

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terça-feira, 14 de outubro de 2014

MENSALÃO PERNAMBUCANO: Assessor do Procurador Geral de Justiça Aguinaldo Fenelon vazou investigação da Polícia Federal, revela ex-secretário de Finanças de Jaboatão

Procurador Geral de Justica de Pernambuco, Aguinaldo Fenelon, em evento social com autoridades locais
Por Noelia Brito, em seu blog

Em depoimento prestado nos autos do Inquérito 433/2007 e já tornado público nos autos da Ação Penal nº 000194-30.2012.8.17.0810, em tramitação na 1º Vara Criminal de Jaboatão dos Guararapes, o ex-secretário de Fonanças de Jaboatão dos Guararapes, FERNANDO FRANCISCO WANDERLEY, um dos investigados do Mensalão Pernambucano, revela que teria tomado conhecimento de que estava sendo investigado, pela Polícia Federal, por meio de alerta feito pelo Promotor de Justiça FLAVIO ROBERTO FALCÃO PEDROSA, ninguém menos que o Assessor Técnico da Assessoria em Matéria Administrativo-Disciplinar do Procurador Geral de Justiça Aguinaldo Fenelon, a quem compete denunciar os políticos e autoridades com foro privilegiado, em matéria criminal. Em seu depoimento, o ex-secretário ainda afirma que era comum que o então prefeito de Jaboatão pedisse "cargos para serem ocupados por pessoas ligadas a Desembargadores e Procuradores de Justiça":


"QUE com relação aos diálogos em que o interrogado revela que a Polícia Federal estava na área e iria chegar, tem a esclarecer que recebeu essa informação do Promotor, FLAVIO FALCÃO que era amigo do interrogado e que lhe tinha na mais alta conta; QUE FLAVIO FALCÃO disse ao interrogado que sabia que era uma pessoa honesta, mas que a Polícia Federal estava na área e que o investigado deveria tomar cuidado. QUE FLAVIO FALCÃO não revelou como soube dessa informação"



Ao pesquisar no Diário Oficial sobre a manutenção do Promotor Flávio Falcão, na assessoria do Procurador geral de Justiça, mesmo depois da denúncia, o blog descobriu que em fevereiro deste ano, o Procurador Geral de Justiça mandou publicar no Diário Oficial, Portaria com data retroativa a setembro de 2013, concedendo licença, de um ano, para que seu assessor, citado por um denunciado como tendo vazado operação sigilosa da Polícia Federal de combate à corrupção a um dos investigados, foi agraciado com licença para estudos na Europa:








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