LULA PRESO POLÍTICO

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sábado, 4 de outubro de 2014

Ministro rebate tentativa de manipulação do discurso de Dilma na ONU

Para Figueiredo, "não é aceitável" dizer que presidenta defende negociação com terroristas
Para Figueiredo, "não é aceitável" dizer que presidenta 
defende negociação com terroristas

Via Portal Vermelho


O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, rebateu as tentativas de adversários e da grande imprensa de manipular o discurso da presidenta Dilma Rousseff na Organização das Nações Unidas (ONU), na terça-feira (23), em Nova Iorque.


Para ele, “não é justo, nem aceitável, atribuir à presidenta da República declarações de que se deveria negociar com grupos terroristas”.

Segundo Figueiredo, algumas interpretações distorcem o que realmente foi dito no local, quando a presidenta defendeu diálogo entre países na busca por solução política de paz.

“Não é justo nem aceitável atribuir à presidenta da República declarações de que se deveria se negociar com grupos terroristas. Não foi isso que ela disse. Nós estávamos no contexto das Nações Unidas e quando se fala em diálogo nas Nações Unidas, é óbvio que se trata de diálogos entre países. É a busca da solução política como já se obteve em outros casos por intervenção do Conselho de Segurança da ONU”, enfatizou o ministro.

Segundo ele, a presidenta em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, afirmou que o uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas dos conflitos. “Isso está em perfeita sintonia com as posições tradicionais do Brasil e mesmo com a resolução adotada pelo Conselho de Segurança sobre recrutamento de terroristas”, pontuou.

A resolução do Conselho de Segurança diz que o terrorismo não será derrotado apenas pela força militar. “Isso é uma reafirmação das posições tradicionais do Brasil, que reiteram que o uso da força no contexto internacional só pode ocorrer quando autorizado pelo Conselho de Segurança ou em legítima defesa. Esta é a posição que está na Carta da ONU, é a posição do Brasil e de todos os membros da ONU”, finalizou o ministro.

Fonte: Portal Brasil

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