LULA PRESO POLÍTICO

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O financiamento popular constrói uma nova forma de fazer política no mundo todo


Encontrei no Contexto Livre

Via Muda Mais

A gente já falou aqui da importância da reforma política e, principalmente, das mudanças no financiamento de campanhas. Mas você sabia que esse assunto não está em voga só no Brasil? Tem um projeto muito bacana nos Estados Unidos, criado por professores, cientistas políticos e pessoas que já trabalharam na política para pensar em uma estrutura para a política norte-americana.

De acordo com o site oficial do projeto, o MaydayPAC é um comitê de ação política independente ("SUPERPAC") que tem como objetivo eleger um Congresso comprometido com a reforma fundamental na forma como as campanhas políticas são financiadas em 2016. Se for bem sucedido, o PAC vai organizar uma intervenção muito maior em 2016, com o objetivo de eleger a maioria do Congresso que tem ou co-patrocinado, ou se comprometeram a apoiar, uma reforma fundamental do caminho como as eleições são financiadas.

Lawrence Lessing, professor de Harvard e cientista político, é quem apresenta a ideia do financiamento coletivo de campanha, que vai permitir que todos participem diretamente da democracia. Para ele, a nossa democracia falou e nós temos o dever, como cidadãos, de encontrar as formas de recuperá-la. Os fundadores da MaydayPAC acreditam que essa dinâmica atual tem destruído a capacidade do governo dos Estados Unidos para governar. "Nós acreditamos que é fundamental para encontrar uma maneira de mudar a forma como as eleições são financiadas, aos legisladores livres para prosseguir as reformas que motivam os eleitores para apoiá-los", dizem.

Nós traduzimos (livremente) o vídeo em que Lawrence explica o projeto de forma bem didática. Eles também têm um site para doações, voluntariados, candidatos que apoiam a iniciativa e etc, chamado mayday.us. Aqui no Brasil, a discussão também acontece amplamente, tendo sido chamada pela presidenta Dilma Rousseff, de reforma das reformas. E, ainda mais importante do que isso, é a noção de que a mudança que tanto queremos ver na política está em nossas mãos. Cada um, contribuindo com pouco, pode fazer acontecer o seu projeto, seja qual for.

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