LULA PRESO POLÍTICO

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A derrota se chama Dilma Rousseff. Ela vai manter o Felipão, Mercadante e Cardozo!



O Governo Dilma perdeu onde sempre perde: na Política.

Ao longo de um mês do segundo mandato é impressionante o conjunto de sucessivas derrotas – Políticas.

A forma de apresentar o “ajuste” do Levy, sem qualquer contra-partida política que acenasse ao seu eleitor.



Ficou o Leyv sozinho no palco, com as platitudes neolibelês de sempre – e da oposição.

E o desastre ferroviário da Petrobras.


O que está aí dentro ?

A diretoria da Petrobras parece acoelhada diante do PiG, do Moro, da agências de risco…

Perdeu a capacidade de reagir e se defender – e de se ofender !

E agora essa vulcânica derrota para o Cunha significa a imediata abertura do processo de impeachment.

Como diz o Ataulfo Merval (ver no ABC do C Af), é disso que se trata: de impeachment.

O resto é o luar de Paquetá…

O candidato do Governo – o Chinaglia, que tem o carisma e a biografia de um anestesista de Pindamonhangaba – reuniu menos votos que a soma dos deputados dos partidos que o apoiavam.

O outro candidato da Oposição – do PSB, o partido do jatinho sem dono – Julio Delgado, teve cem votos.

O PT não terá um cargo na diretoria da Câmara, nem presidirá as comissões mais importantes, a de Constituição e a de Finanças.

As manchetes pigais estão certas: quem perdeu foi a Dilma.

Não foi o “Governo Dilma”, “o PT”, “a base aliada” que perderam.

Quem perdeu foi a Dilma, Presidente da República, Primeira Mandatária e Chefe Político do Governo.

E a derrota foi Política.

De política parlamentar e de Comunicação.

Não saber explicar o que faz.

Não persuadir.

O homem público é um ator: tem que ir ao palco se expor.

Não gosta ?

Melhor ser secretária de Minas e Energia do Rio Grande do Sul !

A recusa em se expor, se COMUNICAR (caixa alta, revisor, por falta, não se intrometa ! – PHA) cristaliza a hegemonia das “ideias” do Levy.

E não saber articular os interesses políticos de seus eleitores, num Congresso retalhado pelo Baixo Clero, levará seu Governo a uma viagem de quatro anos pelo Lago Sul, na barcaça de Caronte.

Só falta, depois da acachapante derrota, chamar o Dunga.

Porém, o mais provável é que ela mantenha o Felipão.

O Mercadante e o zé da Justiça.

Sim, porque, o Rossetto, o Berzoini e o Pepe Vargas não nomearam ainda nem a secretaria.

E o Jaques Wagner era grande demais para Casa Civil.

Precisou ser escondido na Defesa…

É óbvio que essa aliança com o PMDB não vale uma ideia do Cerra.

A aliança se encerrou neste domingo.

Era de vidro e o Cunha quebrou.

A vitória do Cunha é também uma derrota do Michel Temer, a menos que o Temer seja um farsante incomparável.

Cunha desceu pela goela abaixo do Temer, como se fosse num tobogã.

O partido do Temer abriu ao meio.


Na Câmara, Cunha se impôs ao próprio partido (do Temer).

Portanto, a Dilma conta um PT miseravelmente derrotado, e com um PMDB onde vaca não conhece bezerro.

Cunha abriu o Governo Dilma ao meio.

Rasgou uma fenda geológica profunda.

Ou a Dilma se reinventa e manda os ineptos embora, ou será, como diz o mestre Mino, uma “lame duck” no primeiro mês de Governo.

Dilma, manda embora o Felipão Cardozo e o Dunga Mercadante !

Chama o Josep Guardiola.

A contagem regressiva para o impeachment começou.

Moro e a Globo já acertam os relógios ! 

Marcaram encontro no cafezinho ao lado do plenário da Câmara, à sombra do gênio de Athos Bulcão !.

Em tempo: liga o Vasco, leitor atento:

- Meu filho, é muito mais importante administrar a publicidade do Governo do que ser Ministro da Defesa ! E você ainda não percebeu isso !


Em tempo2: liga o Vasco de novo, aflito (ele conhece o Cunha de outros carnavais), com uma história “de época”:

- Meu filho, o Carlito Rocha dizia que o pênalti era tão importante que deveria ser batido pelo Presidente do clube. A publicidade do Governo é tão importante que deveria ser administrada pelo Carlito Rocha !
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