LULA PRESO POLÍTICO

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sábado, 7 de fevereiro de 2015

Inglaterra queria um presidente estrangeiro na Petrobras. Um Reichstul

Petrobras é dos brasileiros

Divulga hoje a British Broadcasting Corporation (BBC)

Seis desafios do novo presidente da Petrobras


por Ruth Costas 
[Duas traduções de uma notícia inglesa]
A nomeação do ex-presidente do Banco do Brasil Aldemir Bendine para a presidência da Petrobras foi apresentada pelo governo como reconhecimento pelo seu trabalho à frente de uma das maiores instituições financeiras brasileiras. Mas também pode ser vista como uma espécie de presente de grego. 
[Sinônimos de presente de grego: Burla, surpresa ruim inesperada, cilada. A expressão adveio da narrativa do cavalo de Tróia, na obra Eneida, de Vergílio. É o recebimento de algum presente ou dádiva que traz prejuízo ou não acontece beneficamente, como era para ser.
Com a nomeação de Bendine, quem sai derrotado nessa guerra pelo petróleo brasileiro? A notícia, ingenuamente, insinua que Bendine. Mas neste mundo capitalista quem está interessado em Bendine? Nem a BBC… em uma Petrobras dos brasileiros…]
Bendine assume a estatal no que é, provavelmente, o ponto mais baixo da sua história e não será fácil conduzi-la em meio à crise desatada pelas repercussões da Operação Lava Jato.
[Historicamente não é verdadeiro. O momento mais baixo da Petrobras foi quando Fernando Henrique promoveu a quebra dos monopólios do petróleo e do gás e criou a ANP, para ser presidida pelo seu genro]
Para piorar, seu nome [o de Bendine] foi mal recebido por alguns analistas do setor e pelos mercados – as ações da estatal na bolsa caíram mais de 7% nesta sexta-feira, após sua indicação “vazar” para a imprensa.
[Quais analistas? Não está nomeado nenhum. Certamente, eles existem. São estrangeiros representantes de multinacionais e de especuladores como George Soros, e brasileiros traidores da Pátria.  Esse iôiô da bolsa é malandragem conhecida. Um jogo de cartas marcadas, que apenas ganham os quem bancam a maracutaia, uma armação que apenas beneficia os grandes acionistas, sendo responsáveis pela seguinte aberração, nada democrática, segundo informe da IntermonOxfam: Em 2016, 1% da população mundial acumulará mais riqueza que o 99% restante]
“A nomeação de Bendine é frustrante porque ele é um funcionário de carreira do Banco do Brasil próximo ao governo – ou seja ‘mais do mesmo”, opina Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura.
“Provavelmente a presidente não conseguiu que alguém do mercado topasse o desafio de tirar a empresa desse imbróglio. Mas Bendine não terá a autonomia necessária para tomar decisões que priorizem a saúde financeira da Petrobras em vez de interesses do governo.”
[Que “mercado”? Alguém da bolsa de valores, algum especulador ou empregado de um Soros? Mercado tem como sinônimos: circo, bazar, empório…
Tradicionalmente, os ex-presidentes da Petrobras pertenciam a qual mercado?
Veja os principais nomes: o primeiro presidente foi Juracy Magalhães, militar e político (governo Getúlio Vargas, 1954); Janary Gentil Nunes, militar e político (governo Juscelino Kubitschek, 1956-58); Francisco Mangabeira, advogado da Caixa Econômica (governo João Goulart, 1962-63); Adhemar de Queirós, marechal (governo Castelo Branco, (1964-66); Waldemar Levy Cardoso, marechal (Junta Governativa Provisória, 1969); Ernesto Geisel, marechal (1969-73, governo Emilio Medici); Shigeaki Ueki, considerado um dos maiores ladrões da Petrobras, advogado e político, reside nos Estados Unidos (governo João Figueiredo); Henri Philippe Reichstul nasceu em Paris, economista, disputa com Ueki a primazia de ser o mais desonesto presidente (governo Fernando Henrique, 1999-2001).
petrobras fhc
No governo de Fernando Collor, de 23 de março de 1990 a 18 de novembro de 1992, a Petrobras teve cinco presidentes.
FHC, para sagrar Reichstul, mudou a Constituição que proibia nomear estrangeiro presidente da empresa.
Um novo estrangeiro comandando a Petrobras é o desejo maior da agência inglesa BBC. Que tem a arrogância imperativa de considerar que nenhum petista ou simpatizante ou membro do atual governo devia presidir a Petrobras e, por extensão, qualquer outra estatal, ou ser ministro, ou presidente do Brasil, quando Dilma foi eleita pelo voto direto, e vitoriosa em dois turnos.
Na Inglaterra temos uma teocracia monarquista. Por direito de sangue, Elizabeth II reina o país e governa as igrejas anglicana e presbiteriana, uma forma de mando criada por Henrique VIII, rei de 1509 até sua morte em 1547.
Os comentários entre colchetes são do editor deste blogue: T.A. No próximo post os desafios nativistas.
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