LULA PRESO POLÍTICO

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quinta-feira, 5 de março de 2015

Ao livrar Aécio Neves de inquérito, Janot desconheceu denúncia de promotora sobre esquema de caixa 2 em Furnas

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Jefferson confirmou que recebeu o valor atribuído a ele na Lista de Furnas; Nilton Monteiro confirmou que a Bauruense, citada pelo doleiro Yousseff, fazia parte do esquema; Airton Daré, sócio da Bauruense, teve mais de um milhão de reais em dinheiro vivo apreendidos em casa
Este é um assunto que acompanho de perto, entre outros motivos por interesse pessoal. Sou de Bauru e conheci tanto Airton Daré, dono da empresa Bauruense, quanto o filho dele, que foi piloto da Fórmula Indy num período em que eu era também repórter de automobilismo, vivendo nos Estados Unidos.
Comecemos, pois, pelo começo.
Estadão de hoje, ao noticiar a decisão do procurador geral de Justiça, Rodrigo Janot, de não pedir abertura de inquérito contra Aécio Neves, revelou detalhes do depoimento em que o doleiro Alberto Youssef menciona o tucano.
De acordo com o jornal, o termo de delação número 20, do final do ano passado, teve como tema principal “Furnas e o recebimento de propina pelo Partido Progressista e pelo PSDB”.
Além de Aécio, também são citados o ex-deputado José Janene, morto em 2009, e o empresário Airton Daré, sócio da Bauruense, empresa fornecedora de Furnas.
Segue o Estadão:
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