LULA PRESO POLÍTICO

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domingo, 15 de março de 2015

Médicos cubanos curam 260 enfermos de ebola em Serra Leoa

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A brigada médica cu­bana destacada em Serra Leoa conseguiu curar desde outubro passado 260 pessoas infectadas com ebola. 
EFE – Agência Espanhola de Notícias
18 de fevereiro de 2015 
NACIONES UNIDAS. A brigada médica cu­bana destacada em Serra Leoa conseguiu curar desde o passado mês de outubro 260 pessoas infectadas com ebola.
“Nós conseguimos salvar a vida de 260 pessoas que chegaram muito mal e após nosso tratamento se curaram e prosseguiram com suas vidas”, explicou em uma entrevista à agência EFE Jorge Delgado, chefe de brigada dos médicos e enfermeiros cubanos em Serra Leoa, país que ao lado de Gui­né Conakri e Liberia padece da pior epidemia de ebola da história.
“A maioria dos pacientes chegou quando já levavam de 5 a 7 dias com a enfermidade e o vírus já estava muito espalhado, porém conseguimos combate-lo”, disse desde Genebra, onde participa de uma conferência sobre Equipes Mé­di­cas Es­trangeiras que vêm lutando contra a epidemia.
Delgado é responsável de coordenar o trabalho de 164 profissionais da saúde em 4 centros de tratamento em Serra Leoa, 3 perto de Free Town, a capital, e outro a uns 120 quilômetros.
Neste último centro, em Port Loko, é onde se encontra atualmente Félix Báez, o médico cubano que se contagiou de ebola e, após ser trasladado e curado no Hospital Universitário de Ge­nebra, e depois de um tempo de repouso em Cuba, voltou a lutar contra o vírus em Serra Leoa.
Nos 3 meses e meio que a equipe está no país, trataram de mais de mil pessoas, todavia nem todas estavam infectadas com o vírus, mas que padeciam de outras enfermidades com sintomas parecidos, como a malária.
Até o presente momento, a epidemia de ebola na África Ocidental causou 23.218 infecções – confirmadas, prováveis, suspeitas – e 9.365 óbitos.
Delgado se mostra otimista, porque se bem que haja ainda focos ativos nos 3 países, o ritmo de contágio é claramente menor.
“Antes podíamos ver 20 casos diários, e nestes dias vemos 3, 4 e em alguns dias, nada”, afirmou.
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