LULA PRESO POLÍTICO

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Organização norte-americana vende Zika vírus para pesquisas



Com os crescentes casos no Brasil do vírus Zika, transmitido por meio da picada do mosquito Aedes aegypti, a ATCC, uma organização sediada nos Estados Unidos que repõe materiais biológicos para pesquisas, chamou a atenção por oferecer como um dos seus produtos o Zika Virus.

Na contramão (?) de boatos de que a substância estaria sendo patenteada pela Fundação Rockefeller, uma vez que na descrição do produto aparece como depositante "J. Casals, Rockefeller Foundation", a organização ATCC é um repositório que vende qualquer número de linhas celulares, incluindo de bactérias, de mamíferos e vírus, amplamente utilizada pela comunidade de pesquisas biomédicas.

Na prática, a ATCC vende material biológico para laboratórios e organizações que realizam pesquisas de microorganismos, doenças, vacinas e, aparentemente, já inclui como uma de suas fontes de recursos as consequências ainda não concluídas dos crescentes casos do vírus no Brasil. 

O vírus foi descoberto em 1947, em Uganda, na floresta Zika, origem que levou o nome ao vírus. Estudos mostram que o Zika não era novo, e a partir de 1966 já havia se espalhado pelo continente asiático. A partir daí, foi encontrado algumas vezes na África, na Ásia e na Oceania, espalhando-se também no Canadá, Alemanha, Itália, Japão, Estados Unidos e Austrália.

De acordo com as informações que constam no banco de produtos, a ATCC conseguiu o vírus proveniente do sangue do macaco testado em Uganda, em 1947, através da Fundação Rockefeller, que não seria o responsável por vender o vírus, mas aparentemente quem isolou o vírus em 1947 de macacos, por meio de J. Casals.


A ATCC vende o vírus liofilizado, ou seja, entre líquido e gasoso. Está descrito que gansos e galinhas podem aglutinar o vírus, e não é patogênico para hamster, porcos ou coelhos. Detalhe importante da descrição é que já houve a infecção acidental em pessoal de laboratório. Diz que o ideal é ser testado em rato, e pode causar paralisia e morte.

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Vírus Zika e eugenismo


Via Octopus

PARTE I - Vivemos numa sociedade global, como sem vivemos, a diferença é que existe uma política globalista que visa o condicionamento individual em nome de uma ideologia castrante, em que o indivíduo se submete às elites dominantes.

Buraco de ozono, vacas loucas, aquecimento global, gripe das aves e outras balelas...

Recentemente, tivemos o famoso buraco de ozono, que pouco já se lembram mas, que teve como efeito uma mudança progressiva dos nossos hábitos de vida moldados por os CFC culpados de todas as desgraças.

Veio-se a perceber que tudo não passava de mudança com interesses económicos, além de nos culpabilizar. Chegou-se mais tarde à conclusão de que os níveis de ozono tinha uma variação natural nos polos, nomeadamente no Antártico.

Depois tivemos a aberração da doença das vacas loucas, promovida pela alimentação contra-natura de vacas com alimentação de resíduos animais, quando são vegetarianas.

Continuamos com actualmente com a mentira do aquecimento global, de causa humana, agora transformado em "alterações clímáticas", para explicar a nossa culpa de ter nascido e de existir. 

Passamos depois pela gripe das aves que não passou de um "flop" mas que no entanto mudou os nossos hábitos de vida. Uma pandemia global que lucrou vários milhões de euros às empresas farmacêuticas (Tamiflu), tendo ajudado a fomentar a ideia que as vacinas são a solução de todos os males.

Chegou a vez do vírus Zika...

Agora temos o vírus Zika, mas rapidamente descobrimos que esse vírus, detectado em 1947 no Uganda, onde não era mais que um qualquer outro vírus, sem qualquer relevância, foi em 1952 sequenciado e realizada uma vacina para o combater, pela Rockfeller Foundation, cuja vacina patenteada está venda por 600 euros.

Sabemos igualmente que a empresa britânica Oxitec, patrocinada pela fundação Bill Gates, realizou a libertação de milhões de mosquitos geneticamente modificados na zona em que justamente o foco do vírus Zika se iniciou no Brasil. Esses mosquitos era modificados para, teoricamente, lutar contra a Dengue e a febre amarela. Mas algo falhou...

De repente, instalou-se uma pandemia global. O pânico, mais uma vez, está instalado a nível mundial. Fala-se da necessidade de uma vacina (que já existe), e mais uma vez apesar de ser responsável apenas por uma febrícula banal tem um problema específico não banal: provoca o nascimento de crianças com microcefalia.

PARTE II - Este é, no fundo o único problema: o nascimento de crianças "anormais" que não correspondem aos padrão humanamente estabelecidos, e que portanto têm de ser eliminadas à nascença.

O aborto preconizado a escala local, e brevemente mundial, faz com que possamos selecionar o que consideramos "normal" e eliminar o que consideramos "anormal".

Este tema não é de pouca importância, passamos a uma etapa seguinte: seleccionar quem deve ou não deve ter direito a viver. 

Mais uma vez temos a informação deturpada pelos media, depois temos a necessidade de uma solução a grande escala e por fim uma função pedagógica para essa solução.

A eugenia foi um termo criado por Francis Galton para se referir a uma pessoa "bem nascida", ele próprio definiu-a como "o estudos de agentes sob controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente".

A eugenia é uma teoria que procura produzir uma selecção nas comunidades humanas, baseada em leis genéticas que visa o controlo da reprodução. (Dicionário Houaiss).

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Nota Claudicante:

Tomei a liberdade de dividir o texto do Octopus em duas parte. 
Na Parte I os argumentos são objetivos.
Na Parte II os argumentos, subjetivos, sobre aborto ser parte de um processo de eugênia, na minha modesta opinião, não procedem.
Sou a favor da legalização do aborto que, no Brasil, já é uma realidade para aquelas mulheres que podem pagar clínicas especializadas para abortar com conforto e segurança. 
As mulheres que não podem, sofrem nas mãos de "curiosos", pagando um alto preço por isso, com a sua saúde e até com a vida.
Aborto nada tem que se relacione a eugênia, pelo menos por enquanto.
Eugenia foi o que os nazista alemães praticaram contra judeus, ciganos, homossexuais, comunistas, etc., e o que isreal pratica hoje contra os Palestinos.

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