LULA PRESO POLÍTICO

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sábado, 5 de março de 2016

Moro é a aberração do republicanismo sem Maquiavel de José Eduardo Cardoso e Dilma


Por Paulo Jonas de Lima Piva, em seu blog

Essa violência contra Lula, contra a democracia, contra o projeto de inclusão social que o ex-presidente representa, esse golpe midiático-jurídico com ares de legitimação dada sem o menor escrúpulo, é o desfecho anunciado de um republicanismo ingênuo e camicase de um ministro da justiça que se acovardou diante da verdade histórica e material de que não existe Ministério Público, promotor, juiz, tampouco uma Polícia Federal isentos e apartidários. 

Todos esses personagens institucionais são atores políticos da manutenção do status quo e, com raríssimas exceções, são focos de fascismo. 

Essas instituições têm lado e ódio bastante definidos e explícitos, pois são constituídas socialmente por uma classe lacaia da Casa Grande, porque se identifica com a Casa Grande, sente-se como a Casa Grande, toma as dores da Casa Grande para si. 

Esses juízes, promotores e delegados federais que estão comemorando esse atentado a Lula, à democracia e ao projeto de inclusão social, fizeram campanha para Aécio Neves em 2014, adoram aparecer na Globo e serem entrevistados pela Veja, é a mesma ralé que se incomoda com os aeroportos parecerem rodoviária, com o Bolsa Família ter tirado milhões da miséria, com o fato das empregadas domésticas terem direitos trabalhistas e pobres e negros cursarem as mesmas universidades dos seus filhos. 

Faltou a José Eduardo Cardoso e Dilma estudarem Maquiavel, autor que essa direita golpista e inescrupulosa que se prepara para derrubar Dilma e sepultar o processo de inclusão, conhece de cabo a rabo.
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