LULA PRESO POLÍTICO

LULA PRESO POLÍTICO

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Quem vai calar primeiro?

Ana Júlia, a menina que calou a hipocrisia dos marmanjos



Feliz aniversário, Lula!






Queria hoje desejar feliz aniversário a uma pessoa que foi mais importante pra minha vida do que 99,7% dos "amigos" da minha timeline, que pela primeira vez me fez sentir a vontade em meu próprio país, que me deu a sensação de poder olhar para o sofrimento e injustiça à minha volta e imaginá-lo como provisório, que me fez acreditar que o miserável de hoje seria o pobre de amanhã e a classe média do futuro. Obrigado Lula. Você nunca deixou de ser o menino retirante da seca. O que você fez com o que a vida lhe deu nenhum de nós faria em dez encarnações. Os que te perseguem são lixo humano. A sensação que você deu a milhões de brasileiros eles não esquecerão. Nossa história só começou.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

O STF É UMA VERGONHA...SÓ ISSO!

O FIM DO BRASIL E O SUICÍDIO DO ESTADO


Por Mauro Santayana, em seu blog

Dizem que um chefe mafioso, famoso por sua frieza e crueldade no trato com os inimigos, resolveu dar ao filho uma Lupara, uma típica cartucheira siciliana, quando este completou 15 anos de idade.

Na festa de aniversário, apareceu o filho do prefeito, que havia ganho do alcaide da pequena cidade em que viviam, ainda nos anos 1930, um belo relógio de ouro.

Passou o tempo e um dia, como nunca o visse com ela, Don Tomazzo perguntou a Peppino pela arma.

Como resposta, o rapaz enfiou, sorrindo, os dedos no bolso do colete e tirando para fora um reluzente pataca "cebola", respondeu-lhe que a havia trocado com o filho do Prefeito pelo Omega dourado.

- Ah, si? 

Gritou-lhe o pai, furioso, lascando-lhe sonora bofetada. 

- E che va fare se, al andare per la strada, passa alcuno e lo chiama di cornutto? Que sono le dua e mezza, cáspita?

Esse velho "causo" italiano nos vem à memória, em função da lastimável notícia de que a Câmara dos Deputados acaba de aprovar e enviar ao Senado a PEC 241, que limitará à inflação os gastos do Estado brasileiro nos próximos 20 anos.

Nem mesmo nos Estados Unidos, um dos países mais endividados do  mundo, com quase o dobro da dívida pública brasileira, existe um limite automático para o teto de endividamento nacional, bastando que este seja renovado ou aumentado pelo Congresso.

Como afirmamos em outro texto sobre o mesmo tema, publicado em julho deste ano, com o título de DÍVIDA PÚBLICA E ESTRATÉGIA NACIONAL - O BRASIL NA CAMISA DE FORÇA, não existem nações fortes sem estado forte, e isso nos lembra, novamente, os EUA, que tem 5 milhões de funcionários públicos apenas no Departamento de Defesa.

Se formos considerar o "ocidente" não existem nações desenvolvidas sem alto endividamento, como é o caso dos países do G-7, todos com dívidas públicas brutas ou líquidas maiores que a brasileira, a começar pelo Japão, com 230% do PIB e, mais uma vez, pelos EUA, de quem somos - apesar de estarmos "quebrados" como afirma a toda a hora o governo e a mídia - o quarto maior credor individual externo.

É compreensível que os inimigos da Política, enquanto atividade institucionalizada, defendam, estupidamente, a diminuição do papel do Estado no contexto da sociedade brasileira, e, por meio dele, a diminuição do poder relativo do povo, com relação a outros setores e segmentos, como os banqueiros e os mais ricos, por exemplo.

O que não se pode entender é que os próprios deputados e senadores sabotem, de forma suicida, o seu poder real e o de barganha, enxugando os recursos de que dispõem o Congresso e o governo, e, em última instância, o Estado, para atender seus eleitores, cumprir o seu papel e determinar os rumos do país e o futuro da sociedade brasileira.

O problema não é apenas a questão social, à qual se apega a oposição, quando cita a ameaça que paira, com essa PEC, sobre a educação e a saúde.

Muito mais grave é, como dissemos, o enfraquecimento relativo da soberania popular exercida por meio do voto pela população mais pobre.

E, estrategicamente, o engessamento suicida do Estado brasileiro, em um mundo em que, como provam os países mais desenvolvidos, não existe cresimento econômico sem a presença do governo no apoio a empresas nacionais fortes - vide o caso da Europa, dos EUA, da China, dos Tigres Asiáticos - em áreas como a infraestrutura, a tecnologia, a Ciência, e, principalmente, a Defesa.

Temos que entender que não somos uma republiqueta qualquer. 

Que nos cabe a responsabilidade de ocupar - sem jogar pela janela - o posto de quinto maior país do mundo em território e população, que nos foi legado, à custa de suor e de sangue, pelos nossos antepassados.

Se formos atacados por nações estrangeiras - que não estarão à mercê de semelhantes e estúpidas amarras - se formos insultados e ameaçados em nossa soberania, o que vamos fazer quando precisarmos, por meio de endividamento - como fazem os Estados Unidos a todo momento - aumentar a produção de material bélico e armar as nossas forças contra eventuais inimigos externos?

Esperar 20 anos, para que se extinga a validade dessa lei absurda que estamos votando agora?

Ou gritar, para os soldados estrangeiros, quando estiverem desembarcando em nossas praias, o índice de inflação do ano anterior, e, como o filho do mafioso siciliano, informar que horas são quando eles estiverem nos chamando de imbecis, agredindo nossos filhos e estuprando nossas mulheres?

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Geoffrey Robertson diz que Moro usa métodos inquisitoriais que não seriam aceitos “em nenhum lugar do mundo”

robertson

Por Fernando Brito, em seu blog
O advogado britânico-australiano Geoffrey Robertson  gravou um vídeo onde, com toda a serenidade, expõe as razões pelas quais o ex-presidente Lula não terá um julgamento justo se este for feito por Sérgio Moro.
Quase dois meses depois de ter sido contratado pelo ex-presidente para defende-lo na Corte de Direitos Humanos da ONU e estudado os processos, Robertson diz que Moro age politicamente, servindo-se de prerrogativas de prender pessoas até confessarem e que pratica métodos que lembram a Inquisição Portuguesa – que o Portugal moderno, obvio – abandonou.
É muito interessante porque, vindo de quem vem – um dos mais renomados advogados do mundo – não é uma opinião passional, nem sequer “esquerdista”.
Geoffrey Robertson só pode ser acusado de uma ligação, pela sigla QC com que completa sua assinatura. Significa Queen’s Counsel, conselho da Rainha, neste caso, Elizabeth II, honraria  com que se distinguem os mais renomados advogados daCommonwealth . 
Assista:
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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Lula e Dilma criaram o pior STF da história



Por conta de Lula e Dilma, STF é um lugar cheio de ministros e ministras medíocres


Na área jurídica, os governos Lula e Dilma foram marcados por um profundo endurecimento dos aparelhos de repressão do Estado e de suas instituições jurídicas, medidas que culminaram como uma das protagonistas na série de ações e reações que levaram à queda do petismo da Presidência da República. Os ex-presidentes também foram responsáveis por falta de avanços, quando não retrocessos, em áreas que a pauta progressista demorará muitos anos para ter a possibilidade de fazer algo diferente, como, por exemplo, a questão carcerária e a política de drogas.

Essa introdução-conclusão é necessária para entender o fato de todos os dias termos que lidar com ministros do Supremo Tribunal Federal medíocres no campo cognitivo. São reprodutores do senso comum reacionário e estão sendo responsáveis por um dos maiores rompimentos formais das instituições com a Constituição Federal. Ultimamente, vale tudo.

Por isso que o caro amigo Professor da PUC/MG, Leonardo Yarochewski, acertou em cheio quando pediu Merval Pereira, comentarista político da Globo News, para uma das cadeiras do Supremo. Já que é para esculhambar e jogar para a galera, que pelo menos seja sem cinismo.

Indicada por Lula, Cármen Lúcia está cumprindo essa tarefa de forma visceral. Em uma semana, adiantou voto e campanha pela PEC 241, além de montar um gabinete com forças armadas, polícias, Ministério Público Federal e OAB para discutir segurança pública – tenho medo das conclusões que sairão de uma reunião com tanta gente surfando a onda do populismo reunida. Para se ter uma ideia da gravidade de uma ministra do STF encampar a liderança por segurança pública, Cármen foi corrigida pelo ministro da defesa, Raul Jungmann, sobre a inconstitucionalidade do exército em fazer a segurança nas ruas. Ministra do Supremo corrigida pelo Ministro da Defesa. Que tempos vivemos…

Cármen é uma indicação semelhante à desastrosa de Joaquim Barbosa, primeiro negro a ser ministro da Corte que se tornou “herói” da grande imprensa e agora encara o ostracismo por falar o que ela não quer ouvir. Ambos são a escolha branca acrítica da representatividade apenas pela representatividade, já que os escolhidos não possuem qualquer compromisso com as minorias. A diferença é que a atual presidente – como gosta de ser chamada – foi endossada por juristas de respeito, os quais hoje dizem abertamente como se arrependeram da escolha.

Fenômeno semelhante aconteceu com o Fachin, talvez o caso mais estranho a ser estudado. O ministro mais recente no Supremo teve o mérito de fazer uma campanha aberta, longe dos articulações sussurradas que ascendem juristas (?) políticos, como o caso de Tóffoli, o qual, se quiser, passará, no mínimo, 32 anos como ministro da Corte. São três décadas de uma pessoa evidentemente despreparada para o cargo. O resultado está aí, um ministro cada vez mais parecido com Gilmar Mendes – esse, menos cínico que os demais por assumir abertamente seu partidarismo, foi um presente de Fernando Henrique Cardoso para a posteridade.

Tóffoli terá três décadas sem compromisso com a Constituição. Percebam como a escolha de um ministro da corte é um erro duro demais, com consequências que continuam a reverberar por muitos anos. Indicação pessoal de Lula, posteriormente, no processo de destituição de Dilma, foi um dos que encabeçou entrevistas em jornais dizendo que “impeachment não é golpe, pois está previsto na Constituição”, afirmação cínica do campo de vista da ciência política e do direito. 

Mas voltemos a Fachin, o ministro que fez campanha junto a movimentos sociais e se tornou um dos mais medíocres da Corte, dada a profundidade de um pires de café nas suas decisões. O que leva alguém a andar junto com movimentos sociais para chegar lá e ser só mais um? O que servem no lanche do Supremo Tribunal Federal que tornam a grande maioria dos ministros muito parecidos?

É uma questão também a ser feita a Barroso, justamente em tempos em que vive um processo de GilmarmendizaçãoO ministro descolado, de frases bonitas e dono de sustentação oral brilhante pelos direitos LGBT enquanto advogado, atualmente, como ministro, é autor de entendimentos dignos de fazer Bolsonaro morrer de inveja e desrespeita a advocacia.

A questão também deve ser uma autocrítica necessária a progressistas e liberais compromissados com os direitos humanos, coletivos e individuais, que apostam em mentes supostamente arejadas para amenizar o vazio daquela corte. As recentes apostas revelaram-se um enorme tiro no pé, mais frustrantes que Rosa Weber e Teori Zavascki. Esses, pelo menos cumpriram a expectativa de quem não tinha nenhuma expectativa. Não desapontaram.

Várias escolhas de ministros são inacreditáveis, mas tem uma que causa espanto e horror. O que Luiz Fux está fazendo lá? O ministro fez campanha nos corredores do Congresso de que mataria o mensalão no peito e absolveria geral, motivação torpe abraçada por Dilma. Mais tarde, Fux ficaria conhecido do grande público ao fazer lobby e pressionar para que sua filha fosse desembargadora no Rio de Janeiro com apenas 33 anos e nenhuma prática de advocacia. Conseguiu o que queria, atualmente inúmeras pessoas são julgadas por ela, por ele e pelos demais ministros.

Desse veneno, provou Dilmacujo governo sofreu o golpe dado com protagonismo pelo Supremo. Seu governo foi julgado por pessoas sem a menor aptidão para fazê-lo. Lula, também responsável pela atual composição terá de tirar leite de pedra, em sede recursal, para conseguir alguma decisão próxima do justo na corte que formou.

Serão julgados por Cármen Lúcia, Zavascki, Rosa Weber, Tóffoli, Fux e outros comprovantes da tese de que brancos tendem a estarem onde estão mesmo sendo medíocres, consequência de uma sociedade racista e que foge do debate. O Supremo Tribunal Federal é uma grande amostra disso.

Brenno Tardelli é diretor de redação do Justificando.Facebook

Prisão de Eduardo Cunha pode evidenciar histórico ‘absolutamente parcial’ da Lava Jato

Sérgio Moro e João Dória Jr
João Dória Jr, do PSDB, aplaude Sérgio Moro

A prisão do ex-deputado evangélico Eduardo Cunha, ocorrida na tarde de hoje (19), pode evidenciar ainda mais o caráter partidarizado da Operação Lava Jato, como anotou o professor da Unicamp Rogério Cezar de Cerqueira Leite.
A prisão como muitas das feitas pela Operação Lava Jato não tem base constitucional, segundo o constitucionalista Pedro Serrano. Ele concedeu entrevista para a Record News, na tarde desta quarta-feira.
Os argumentos da prisão são frágeis e a defesa de Eduardo Cunha divulgou nota em que chama de “absurda” a decisão do juiz federal Sérgio Moro de determinar sua prisão, e alega que é baseada em uma ação extinta no Supremo Tribunal Federal (STF). Cunha disse ainda que seus advogados tomarão “medidas cabíveis para enfrentar essa absurda decisão”.
“Trata-se de uma decisão absurda, sem nenhuma motivação e utilizando-se dos argumentos de uma ação cautelar extinta pelo Supremo Tribunal Federal. A referida ação cautelar do Supremo, que pedia minha prisão preventiva, foi extinta e o juiz, nos fundamentos da decretação de prisão, utiliza os fundamentos dessa ação cautelar, bem como de fatos atinentes a outros inquéritos que não estão sob sua jurisdição, não sendo ele juiz competente para deliberar”, disse o ex-parlamentar em nota.
A prisão de Cunha surge também em um momento em que pela primeira vez na grande imprensa surge um texto em que mostra e questiona a parcialidade escancarada da Operação Lava Jato, que privilegia ações contra um único partido político. A prisão pode evidenciar ainda mais a partidarização da Lava Jato se se configurar como mais um jogo de cena para investir contra o PT, até o momento o principal alvo dos procuradores e do juiz Sérgio Moro.
A defesa de Eduardo Cunha parece ter razão. A prisão foi decretada na ação penal em que o deputado cassado é acusado de receber R$ 5 milhões, que foram depositados em contas não declaradas na Suíça. O valor seria oriundo de vantagens indevidas, obtidas com a compra de um campo de petróleo pela Petrobras em Benin, na África. O processo foi aberto pelo STF, mas após a cassação do ex-deputado, a ação foi enviada para o juiz Sérgio Moro porque Cunha perdeu o foro privilegiado.
A ordem de prisão foi expedida pelo juiz da 13.ª Vara Federal de Curitiba, em resposta ao pedido do Ministério Público Federal (MPF) em Curitiba. Na visão dos procuradores do MPF, a liberdade de Cunha representava risco ao andamento do processo, além de entenderem haver possibilidade concreta de fuga. Para Serrano, esse argumento é totalmente injustificável constitucionalmente.
A disponibilidade de recursos ocultos no exterior, além da dupla nacionalidade – Cunha é italiano e brasileiro – também foram argumentos usados pelos procuradores no pedido de prisão. Eduardo Cunha teve o mandato cassado pelo plenário da Câmara dos Deputados em 12 de setembro, perdeu foro privilegiado e teve parte dos processos remetidos à 13ª Vara Federal, em Curitiba.
Até o momento, o juiz Moro,  que participa de eventos da Lide, organizado por integrante do PSDB, não fez nenhuma prisão contra integrantes do PSDB, apesar das extensas denúncias e delações na própria Lava Jato. (Carta Campinas com informações da Agência Brasil).

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

EU QUERO PROFESSORES QUE SAIBAM FAZER UM COQUETEL MOLOTOV



Por Alexandre Bortolini, em seu blog

Dizem que professor tem que dar bom exemplo. O problema é saber QUAL é o bom exemplo. Se bom exemplo é chegar na hora, pagar os seus impostos e dar um abraço na Lagoa, eu dispenso.

eu quero professores que gritem na passeata, que invadam câmaras legislativas, que ocupem prédios públicos. que não tenham medo de descumprir as regras, quando as regras são só um jeito de manter a injustiça. e que ensinem outras coisas, além de português e matemática. ou melhor, que ensinem de outro jeito, pra que ler e fazer conta não sirva só pra passar na prova, mas pra mudar a história.

quero professoras que não sigam as regras gramaticais, e que ensinem que a língua é viva graças aos butiquins (assim mesmo, com u e com i!) e não ao dicionário. quero professores cachaceiros(!), que saibam o valor acadêmico de uma mesa de bar.

eu quero professores pretos. mas não aqueles pretos comportados, de cabelos raspados ou devidamente alisados. quero professores pretos de cabelos libertados que ensinem a história de um outro lado. e que inspirem alunos pretos (e brancos) a se libertarem.

quero professores macumbeiros, que ensinem que o diabo nada mais é do que o deus dos vencidos, e que mesmo a escravidão não pode matar a cultura de um povo. quero professoras evangélicas ensinando sobre liberdade religiosa e estado laico.

quero professoras funkeiras, que saibam descer até embaixo. que ensinem que bethoven era foda, mas que é preciso muita competência artística pra fazer um quadradinho de oito. e quero aula de balé e violino nas escolas públicas da periferia, pra lembrar que som de preto e favelado pode ser o que ele quiser tocar.

quero professores cubanos, bolivianos, angolanos, pra ensinar que ser brasileiro não é o único jeito de estar nesse mundo. e que nacionalismo muitas vezes é só um outro nome do racismo.

quero professoras feministas, que ensinem às meninas que elas são donas do seu corpo, e aos meninos, que ser homem também pode ser uma amarra. quero professoras vadias, dando aula de peito de fora e ensinando que a moral foi coisa inventada pelos estupradores. quero professoras putas, dando aula sobre estigma, hipocrisia e liberdade.

eu quero professores viados, que ensinem seus alunos a arrebentarem todos os armários. eu quero professoras travas, que ensinem que não importa o nome, o corpo ou o destino que lhe deram, você pode revirar tudo isso e criar a sua própria identidade.

quero professores surdos dando aula pra alunos que não são surdos e ensinando que o mundo pode ser falado em muitas línguas, inclusive mudas.

quero professores maconheiros, que ensinem que o dono da sua cabeça é só você mesmo e que o mundo pode ser visto de muitos jeitos. quero professores pichadores, que ensinem que as paredes não foram feitas só pra ficarem brancas. e que a cidade pode ser a tela de muitas ideias.

quero professores anarquistas que saibam o valor pedagógico da desobediência civil. quero professores vândalos, pra ensinar que a paz pode ser só um disfarce da verdadeira violência. quero professores de máscara, que saibam que as flores serão sempre prioritárias, mas que tem horas que vinagre e coquetel molotov também são necessários.

por fim, eu quero professores que defendam com unhas e dentes a democracia. mas que também saibam que às vezes a gente precisa pular a grade, quebrar a janela e invadir o palácio, porque a nossa sala de aula não acaba nas paredes da escola. e que ser professor pode ser também um outro jeito de fazer a história.

Quem foi o melhor Presidente do Brasil?

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

AS CONVICÇÕES E O FASCISMO


Por Mauro Santayana, em seu blog

Os países, como as pessoas, precisam tomar cuidado com as suas convicções.
Convicções arraigadas, quando não nascem da informação, da razão, do conhecimento, costumam ser fruto do ódio, do preconceito e da ignorância.

Não é por acaso que entre as características do fascismo, a mais marcante está em colocar, furiosamente, a convicção acima da razão.

Foi por ter a forte convicção de que os judeus, os comunistas, os ciganos, os homossexuais, eram espécimes de diferentes raças sub-humanas, que os nazistas fizeram coisas extremamente "razoáveis", como guardar centenas, milhares de pênis e cérebros arrancados dos corpos de prisoneiros em vidros de formol, esquartejar pessoas para fazer sabão, adubar repolhos com cinzas de crematório, ou recortar e curtir pedaços de pele humana para colecionar tatuagens e fazer móveis e abajours, em um processo que começou justamente nos tribunais, com a gestação da jurisprudência racista e assassina das Leis de Nuremberg.

De tanta mentira, distorção,  hipocrisia, servidas - ou melhor, impostas, cotidianamente  - à população, nos últimos quatro anos, o Brasil tem se transformado, paulatinamente, em um país em que a realidade está sendo substituída por fantásticos  paradigmas, que são absorvidos e disseminados como as mais sagradas verdades, e adquirem rapidamente a condição de inabalável convicção na cabeça e nos corações de quem os adota, a priori, emocionalmente, sem checar, minimamente, sua veracidade ou sustentação.

Senão, vejamos:

Muitíssimas pessoas, no Brasil de hoje,  têm convicção de que o PT quebrou o país.

Assim como têm convicção de que o Governo do Sr. Fernando Henrique Cardoso foi um tremendo sucesso do ponto de vista  econômico, certo?

Errado.

Os números oficiais do Banco Mundial provam que o PIB  e a Renda per Capita em dólares recuaram no Governo do Sr. Fernando Henrique Cardoso, com relação ao de Itamar Franco (de 534 para 504 bilhões e de 3.426 para 2.810 dólares), e aumentaram mais de 300% no governo do PT, de 504 bilhões para 2.4 trilhões de dólares, e de 2.810 para 11.208 dólares, entre 2002 e 2014; com o salário mínimo subindo também mais de 300% em moeda norte-americana nesse período, de 88 para 308 dólares no ano passado, com um dólar nominal mais ou menos equivalente, que chegou a 4,00 reais tanto em 2002 como em 2015.

A queda atual da economia é um ponto fora de curva que irá se recuperar, mais cedo do que tarde, se não forem adotadas medidas recessivas, que mandem, mais uma vez, a vaca para o brejo.  

A maioria das pessoas - incluídos ministros do atual governo, que exageram os problemas,  para vender a sua "competência" e seus projetos, muitos deles ligados, direta e indiretamente à iniciativa privada - têm convicção que o Brasil está endividado até o pescoço, certo?

Errado.

Nona economia do mundo em 2016 - éramos a décima-quarta em 2002 - o Brasil ocupa, apenas, o quadragésimo lugar entre os países mais endividados do planeta.

Temos uma Dívida Pública Bruta com relação ao PIB (66%) mais baixa que a que tinhamos em 2002 (80%); e menor que a dos EUA (104%), Zona do Euro (Europa) (90%), Japão (220%), Alemanha (71.20%),  Inglaterra (89.20%), França (96,10%), Itália (132.70%), Canadá (91.50%).

Além de possuirmos mais reservas internacionais (370 bilhões de dólares) que qualquer uma dessas nações e de não estar devendo - somos credores do FMI - um centavo para o Fundo Monetário Internacional.

E, mesmo assim, ninguém fica fazendo, nesses países que citamos, o mesmo carnaval - verdadeiro massacre - que se faz aqui, com relação à questão da dívida pública.

Uma grande pilantragem midiática que ajuda a justificar, entre outras coisas, o absurdo teto de despesas públicas proposto pelo atual governo - que não existe em nenhum país desenvolvido e irá engessar e tolher o desenvolvimento nacional nos próximos 20 anos -   os juros pornográficos que a nação paga, a cada 12  meses, aos bancos, e a privatização e entrega de empresas estatais brasileiras a países estrangeiros.

Muitas pessoas também aparentam ter desenvolvido a convicção, no Brasil de hoje, de que o PT é um partido que é contra as Forças Armadas, bolivariano e comunista, certo?

Errado.

O PT sempre trabalhou com o tripé capital estatal, capital privado nacional e capital estrangeiro,  e apoiou - a ponto de estar sendo execrado por isso - as maiores empresas privadas do país, e não apenas as de controle brasileiro - expandindo para elas o crédito subsidiado do BNDES, aumentando a oferta de crédito na economia, melhorando a situação do varejo e da indústria, fomentando a indústria automobilística, triplicando a produção e as vendas de caminhões, automóveis e equipamentos agrícolas, com linhas especiais de financiamento, e fortalecendo o agronegócio injetando bilhões de reais no Plano Safra, duplicando, praticamente, a colheita de grãos depois que chegou ao poder, sem atrapalhar o mercado financeiro, que teve forte expansão após 2002.

E, na área bélica, prestigiou o Exército, a Marinha e a Aeronáutica, lançando e bancando, por meio da adoção da Estratégia Nacional de Defesa, o maior programa de rearmamento das Forças Armadas na história brasileira.

Nem nos governos militares ousou-se investir, ao mesmo tempo, em tantos projetos estratégicos como se fez nos últimos anos, como é o caso do programa de construção de 36 caças-bombardeios com a Suécia.

Ou o do submarino atômico - além de outros quatro, convencionais - como se está fazendo  em Itaguaí, no Rio de Janeiro, com parceria francesa.

Ou o da construção de mais de mil blindados multipropósito Guarani, em um único contrato, com a IVECO, com design e projeto de engenheiros do Exército Brasileiro.

Ou o do maior avião já construído no Brasil, o KC-390 da EMBRAER, produzido para substituir os Hércules C-130 norte-americanos, capaz de realizar missões também múltiplas, como o transporte de paraquedistas e blindados e o reabastecimento de outras aeronaves em vôo.

Para não falar da família de radares SABER, dos novos mísseis da AVIBRAS, do programa Astros 2020, da nova família de rifles de assalto IA-2 da IMBEL, capaz de disparar 600 tiros por minuto, e de outros projetos como o do míssil ar-ar A-Darter desenvolvido por uma subsidiária da Odebrecht, com a Denel, sul-africana.

Da mesma forma, muitíssimas pessoas têm convicção,  nos dias de hoje, que o PT é o partido mais corrupto do Brasil, certo?

Errado.

Em ranking publicado pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral em 2012 - que, estranhamente, parou de publicar rankings anuais por partido depois disso - o PT aparece apenas em nono lugar, em uma lista encabeçada pelo DEM.

Na lista de 50 políticos investigados na Lava Jato que estão com processos no STF, cuja maioria pertence ao PP, só 6 nomes são do PT, e do total de 252 candidatos impugnados por serem ficha-suja nas eleições de 2014, por exemplo, apenas 20 são do Partido dos Trabalhadores.

Dados que não mudam em nada o fato de que o discurso anticorrupção, no Brasil de hoje, só existe na proporção que ocorre, porque pertence e serve, como bandeira, desde o início - na tradição golpista da UDN - à direita e à extrema direita em nosso país.

A esquerda, que costuma cair com facilidade nessa esparrela moral dos imorais, principalmente quando pretende utilizá-la, como seus adversários o fazem, como arma política, precisa tratar de outros temas, sem deixar - prudentemente - de colocar suas barbas de molho.

Como, por exemplo, o futuro do projeto nacional-desenvolvimentista brasileiro, com foco, principalmente, nas áreas social, científica, da educação, da indústria bélica, naval e de petróleo e de infraestrutura.

Ou a defesa da Democracia, do Estado de Direito  e  da Soberania Nacional, em tempos de risco - quase certeza, a depender do avanço da imbecilidade vigente -  de inserção subalterna do país em um processo de globalização que não deixará outras opções, a não ser o fortalecimento ou a capitulação.  

Tudo isso, no contexto do urgente estabelecimento de uma aliança que permita manter a estabilidade da República e evitar a vitória da Antipolítica com a ascensão do fascismo - em aliança com partidos conservadores tradicionais - à presidência da República em 2018. 

É nesse país ridículo, mal informado, rasteiramente manipulado, por segmentos da mídia mendazes e deturpadores, que alguns procuradores do Ministério Público Federal vieram a público, há alguns dias, para dizer que tem "convicção" de que o ex-presidente Lula é o Chefe Supremo, o "Capo di tutti capi"   da corrupção nacional, neste Brasil "casto" e "ilibado", nunca dantes atingido - como diziam no Caso do "Mensalão", estão lembrados? - por semelhante tsunami antiético.

Que ele, que nunca teve contas no exterior, como, digamos, Eduardo Cunha ou Maluf, teria recebido "virtualmente", para o padrão de consumo de nossa impoluta elite, acostumada a apartamentos em Paris, Miami e Higienópolis, um modesto apartamento de 215 metros quadrados, de cooperativa - no qual nunca dormiu e do qual não sem tem notícia de escritura em seu nome.

Além de um sitiozinho mambembe, até mesmo para o gosto de nossa pseudo classe média paneleira, que também não está em seu nome.

E de uma ajuda para a guarda de seus documentos presidenciais - de inestimável valor histórico, por abarcarem oito anos de história nacional - tudo isso apresentado como a parte do leão, do "Pai", do "Comandante", de um suposto esquema de propina que o mesmo MPF afirma - ainda sem provas cabais - ter movimentado a extraordinária soma de 42 bilhões de reais em desvios da Petrobras (antes eram 6 bilhões, segundo "impecável" "auditoria" da "competentíssima", jamais multada, "honestíssima", "imparcialíssima", consultoria norte-americana Price Watherhouse). 

Cinismo por cinismo, poderíamos dizer que, na hipótese, difícil de provar, que tivesse recebido os alegados 3.7 milhões em propina pelos quais foi acusado, em um negócio de mais de 40 bilhões, Lula seria o mais "ingênuo" senão um dos mais "modestos", políticos brasileiros, considerando-se a quantidade de empregos, negócios, projetos, obras, programas, que ajudou a proporcionar à economia nacional nos anos em que esteve à frente da Presidência da República.

E o PT, que teria pedido apenas miseráveis 5 milhões de reais para pagar contas atrasadas devidas a publicitários, em um  contrato de aproximadamente 1 bilhão de dólares para a construção de duas plataformas de petróleo pela empresa do Senhor Eike Batista - um sujeito que resolveu depor "espontaneamente", depois de ter recebido bilhões do BNDES, durante anos, em apoio às suas empresas falidas - teria sido, diante das franciscanas proporções da solicitação, de uma tacanhice digna de fazer corar outras legendas e personagens do espectro político nacional.

Ora, nos poupem.

Ninguém está aqui para santificar o Partido dos Trabalhadores ou o Sr Luís Inácio Lula da Silva, que, se tiver cometido algum crime, deve purgá-lo - respeitada sua condição de réu primário - na mesma proporção de seus erros.

O que nos indigna e nos tira do sério, trabalhando na área em que trabalhamos, é a desfaçatez, a caradurice, a hipocrisia institucionalizada, com que estão tratando a verdade,  a maior vítima desse atual "surto" de "convicções" brasileiro.  

Não nos venham com estórias da Carochinha  e mirabolantes apresentações que vão ridicularizar, pelo exagero, ausência de lógica, de proporcionalidade, razoabilidade e verossimilhança - como já mostram as matérias e editoriais dos jornais estrangeiros - o Ministério Público e o Judiciário brasileiros junto à opinião pública internacional.

Correndo o risco, seus "convictos" acusadores, de verem o tiro sair pela culatra, transformando Lula em uma espécie de símbolo, ou de herói, se for impedido de concorrer à presidência da República.

Ou em um mártir - caso alguma coisa ocorra a ele, eventualmente, na prisão - para boa parte do planeta.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

No Brasil não basta ser idiota, é preciso ser idiota de verde e amarelo

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O Brasil vive uma revolução, uma revolução da ignorância, uma revolução ao avesso.
Na verdade, vivemos o ódio ao conhecimento e ao saber, como bem nos alerta Márcia Tilburi e Rubens Casara no artigo ‘Ódio à inteligência: sobre o anti-intelectualismo’.
O ódio ao PT (Partido dos Trabalhadores) foi só um pretexto. O que se odeia é a razão. Não é por acaso que alguns dos líderes dessa revolução são pastores fundamentalistas.
E fez sentido usar o ódio ao PT porque é um partido que disputa o poder. E mais, na origem, o PT se consolidou com uma união entre intelectuais e trabalhadores. Essa foi sua força inicial que aos poucos foi se perdendo pelo caminho.
Mas no plano mais abaixo da superfície, tudo que está relacionado ao conhecimento, ao saber, à reflexão, ao pensamento crítico deve ser odiado. Então, todos que usam a racionalidade para criticar os absurdos atuais do Brasil, o golpe, as rupturas constitucionais, são classificados como ‘petistas’. O ódio ao PT é a máscara para esconder o ódio à inteligência.
Para Tilburi e Casara, diversos exemplos de anti-intelectualismo podem ser observados na sociedade brasileira. “Desde a caricata presença do ator Alexandre Frota (menos pelo que ele é, mas sobretudo pelo que ele representa) como formulador de políticas públicas do Ministério da Educação ao projeto repleto de ideologia (e mais precisamente: da ideologia, de viés autoritário, da “negação do saber”) da “Escola sem partido”. Do silêncio em torno da exclusão de disciplinas (filosofia, sociologia, artes, etc.) do ensino médio (MP 746) à expressiva votação de candidatos que apostam no uso da força, em detrimento do conhecimento, como resposta aos mais variados problemas sociais. Do descaso com a educação (consagrado na PEC 241) ao tratamento conferido aos professores em todo Brasil”, relembram os autores do texto.
É uma revolução histórica. Queremos ser ignorantes, não queremos educação nem saúde.
Veja algumas peças recentes do Ministério Público e da própria polícia. Queriam 'investigar um tal ‘Mikhail Bakunin nas manifestações. Depois o MP queria prender Lula e citaram a dupla ‘Marx e Hegel’.
Mas toda essa loucura revolucionária só foi possível com o papel fundamental da grande mídia para alavancar o ódio à inteligência. Veja, Folha, Estadão, Época, Globo etc. Todos esses veículos contrataram, nos últimos anos, sempre um idiota para destilar o ódio e fomentar a ignorância. Em nome da ‘pluralidade’, insuflaram a estultice.
Eles ganharam força, viram que não estavam sozinhos, então o idiota saiu do armário.
O idiota gritou contra Paulo Freire sem nunca ter lido um livro do autor.
O idiota vestiu a camisa amarela de uma das organizações mais envolvidas em corrupção do planeta para bradar contra a corrupção.
O idiota pediu escola e saúde em nome de políticos que iriam destruir o que havia sido construído de educação e saúde.
Os idiotas pediram democraticamente uma ditadura.
No Brasil do ódio à inteligência, não basta ser idiota. É preciso ser um idiota de verde e amarelo.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

João Dória: "Nenhum tucano será preso na Lava Jato"

#WESTANDWITHLULA - #ESTAMOSCOMLULA






Assim como cidadãos de determinadas etnias e aparência são parados pela polícia e interpelados de maneira pouco cortês por serem quem são, Lula está sendo interpelado, indiciado e investigado pela PF, MPF e JF-PR por ser Lula - um ex-operário, ex-líder sindical e ex-presidente da república eleito, em sua maioria, por trabalhadores e gente simples. 

Assim como não é justo que determinadas pessoas sejam interrogadas e detidas injustamente apenas por terem a aparência que têm, não é justo interpelar e açoitar Lula judicialmente por ele ter as ideias e prioridades que tem e ter agido segundo essas ideias enquanto foi o presidente que mais ajudou a erradicar a pobreza no Brasil - fato pelo qual é enaltecido por personalidades e órgãos multilaterais internacionais. 

Assim como não é justo condenar sem provas, não é admissível indiciar e aceitar denúncia com base em suposições ou meras convicções, para depois procurar as tais provas ou seu simulacro. O Brasil que diz lutar contra a corrupção só examina a corrupção que imputa a determinadas pessoas e partidos, deixando de fazer seu trabalho ou sendo mais leniente quando se trata de outros grupos políticos. Isso é injusto, parcial e errado. 

Assim como se pode dizer que um crime não justifica outro, pode-se também argumentar que supostos delitos têm que ser cabalmente provados e que não há nada que justifique tratamento judicial diferenciado ou qualquer tipo de perseguição judicial. E as leis e princípios jurídicos têm que ser analisados em seu conjunto e aplicados de modo equânime aos cidadãos das diversas classes, etnias e orientações sexuais e políticas, ou não há Direito.

A finalidade última da JF, MPF e PF do Paraná parecem ser impedir Lula de se candidatar em 2018 e decretar a 'morte política' do maior líder popular que o país teve depois de Getúlio e Juscelino, para depois irem a programas e eventos da direita e sua mídia angariar seus prêmios e comendas, como fizeram durante e ao fim do julgamento da AP470: imoralidade é isso. Vai haver revolta e reação popular intensa se chegarem a fazer o que ameaçam fazer. 

domingo, 2 de outubro de 2016

Minhas listas de blogs sumiram...

Resultado de imagem para bebe chorando

Minhas listas de blogs sumiram... Não sei o que aconteceu, achei que era um 

erro passageiro do blogger. O jeito é recomeçar.